sábado, 26 de setembro de 2009


ai que super tenso o hopi ontem. *-* morri de medo mas fui no Ekatomb, e não chorei, gu, seu maldito. uu enfim, passei o dia molhada e agora estou com a garganta inflamada e uma gripe do cão. -q não tenho mesmo o que postar, mas não resisti a vontade de colocar aqui que fui no brinquedão alto e quis ir de novo depois, dik. enfim, bgs. e só pra constar: a melhor parte do ônibus, era a NOSSA parte. ♥

terça-feira, 22 de setembro de 2009

So Kiss me, just kiss me...

Capítulo Um: "Feliz inferno, Aninha!"



Apesar de não demonstrar, o sorriso de Ana era o mais falso que ela podia dar, porém, com um esforço praticamente indescritível em palvras para ela. Se lhe dessem a missão de escrever seu estado de espírito naquele exato momento, ela provavelmente choraria descontroladamente, sem deixar nenhuma palavra, nem boa nem ruim, sair de seus lábios; aquilo não ajudaria a melhorar sua dor. À sua volta, várias vozes conversavam animadas, algumas delas até lhe dirigindo palavra animadas, sem nem saber que as palavras só serviam para lhe afundar ainda mais o ânimo.
" Por que hoje? É a droga do meu aniversário e eu não posso querer ficar sozinha sem que me achem uma anti-social...! Droga..."

Intimamente, ela agradeceu por ainda ter sua mente como um refúgio seguro para pensar e xingar quem quisesse sem nunca ser descoberta.

Daniela: Aninha! Parabéns, linda! Tá fazendo quantos anos, catorze?

- Dezesseis, tia... Obrigada!

Enquanto recolhia o presente que sua tia estendia, a menina sorria e parabenizava-se por ser tão competente em parecer educada e animada num dia em que tudo dera errado desde cedo. Para ela, a catástrofe começara na escola, quando uma quantidade exagerada de conhecidos - alguns poucos amigos entre pessoas que ela jurava nunca ter falado antes- lhe parabenizavam-se, ignorando seus comentários como "muita gente faz dezesseis anos todos os dias, não é nada demais". Depois, com o coro de 'parabéns pra você' puxado por um garoto irritante, que ela fez questão de anotar mentalmente o nome para vinganças futuras. Depois, teve de inventar motivos absurdos para fugir dos amigos que insistiam em levá-la para uma sorveteria.
Quando por fim chegou em casa, quase caiu para trás ao ver a quantidade de bexigas que enfeitavam todos os cantos. Rezando para que não houvesse um show pirotécnico, entrou pela porta de casa sob o som de várias vozes conhecidas que gritavam 'SURPRESA' e emendavam mais um coro de parabéns. À partir dali, a árdua tarefa de parecer animada tornou-se ainda mais irritante para Ana. As crianças insistiram e fazê-la correr ao redor da mesa como uma maluca, o que não foi boa idéia; algumas voltas depois de começar, tropeçou nos próprios pés e dasabou no chão. Agora, devia estar completo seu dia: humilhada, caída e com os joelhos da calça sujos de algo que ela desconfiava ser brigadeiro.

Valéria: Filha! Tem alguém aqui querendo te ver...

Com um esforço colossal para não revirar os olhos e pedir paciência, Ana levantou-se do chão e arrastou-se o mais lentamente que pôde em direção à porta, onde esperou ver mais uma tia gorda pronta para atacar-lhe com abraços de perder o fôlego. Mas estava errada; muito, muito errada. Parao à porta, ao lado de sua mãe, estaava a figura que poderia salvar seu dia, ou o que restara dele. Como podia ser tão lindo!? Havia bem mais do que ela jamais esperara em alguém, principalmente alguém que frequentasse festas daquele tipo. Apesar do rosto desconhecido, Ana não relutou antes de aproximar-se, o rosto subitamente tingido de rubro e bem mais atenta à mancha de brigadeiro na calça agora do que havia estado até ali.

Valéria: Ana, esse é o Diego, lembra? O filho da Seu Elias, que morava na rua de baixo...

- Nós costumávamos brincar de detetives juntos... Você sempre me pegava quando eu era o bandido!

Aos poucos a mente de Ana foi juntando as peças do passado. Vagamente, lembrou-se de um moleque magricela que vivia puxando-lhe os cabelos castanhos sempre presos numa trança bem feita pela mãe. Devia ter algum engano ali, com certeza!
Como uma pessoa que antes Ana desejara destruir agora lhe prendia com apenas um sorriso? Quando, exatamente, aquela coisinha feia e raquítica tornara-se aquele deus grego em formas e cores?

"Seja simpática, idiota! Fale com ele"

Ao que Ana abriu os lábios para responder ao rapaz, Diego adiantou-se, sorrindo como se ele próprio estivesse fazendo aniversário, e apetou Ana num abraço de partir as costelas, algo que ela jurou que nunca esqueceria na vida. Um abraço natural, e não igual ao que recebia dos parentes duas vezes por ano, sempre no aniversário e no Natal. Um abraço que, mesmo ela, que detestava o próprio aniversário, retribuiu com gratidão, esperando que ele nunca a soltasse.

- Você cresceu, heh! Acho que agora eu não posso mais puxar seu cabelo e sair sem tomar um soco na cabeça...

A voz quente de Diogo quase fez Ana se derreter num arrepio que ele foi obrigada a conter: aquela voz sedosa tão perto da sua orelha chegava a ser um castigo, quando nada podia ser feito sem que parentes gritassem escandalizados caso uma atitude fosse tomada por impulso - e, naquele exato momento, se Ana cedesse à seus impulsos, teria sorte se não fosse presa por Atentado Violento ao Pudor. Nitidamente, sentiu uma mão que brincava com as pontas de seus cabelos, segundos após as palavras do rapaz calarem e deixarem um silêncio delicioso no ar, quebrado apenas pela música alta que vinha de um canto.

- Você... Também mudou bastante. Mas ainda não perdeu a mania de mexer no meu cabelo, acho.

Imediatamente, Ana desejou poder enterrar a cabeça na terra e ali ficar até que tudo acabasse. Assim que terminou de falar, o abraço de Diego terminou e ele afastou-se, visivelmente constrangido pelo 'fora' implícito que recebera de Ana. De novo, ela sentiu seu rosto tomado por uma onda quente de rubor, mas não demonstrou nada: a expressão tímida que se estendeu no rosto perfeito de Diego era demais para que ela fosse capaz de falar.

- Aah, eu te trouxe um presente!

A voz perfeita de Diego soou mais animada, embora sua expressão ainda estivesse mais cuidadosa quando votou a olhar Ana. O rapaz meteu as mãos pelos bolsos, procurando algo, provavelmente, e encontrou o que queria no bolso de trás da calça. Era um embrulho pequeno, bem menor do que a maioria dos presentes que recebera dos parentes e amigos, mas foi o que ela mais ansiou para abrir. Com um cuidado que ela própria reconheceu como desnecessário, abriu o embrulho prateado e encontrou dentro uma pulseira pequena, prateada. Junto do fecho delicado, havia um pingente pequenino que tinha o formato de asas de anjo, este, dourado, ao invés de prateado, como a pulseira.

- Oh, é linda, Diego! Obrigada!

Sem pensar, mas ansiosa demais para controlar-se antes de fazer qualquer coisa, Ana voltou a aproximar-se do rapaz, dessa vez, ficando na ponta dos pés para abraçá-lo, enlaçando-o pelo pescoço com cuidado. Diego, por sua vez, pego de surpresa pelo ato de gratidão de Ana, arregalou os olhos e hesitou antes de abraçá-la também, as mãos envolvendo-a pelo meio das costas e um sorriso brindando-lhe o rosto.

Valéria: Ei, vocês dois! Parem de 'namoricos' e venham comer antes que acabe tudo!

O coro de risos que seguiu-se à voz da mãe de Ana foi o que bastou para acabar com o abraço, que mais tarde ambos perceberam que durou um tempo desnecessáriamente longo. Mantendo a maior distância que era possível, mas ainda perto o bastante para poder ouvir a voz um do outro, Ana e Diego caminharam em direção à uma mesa, onde sentaram-se e ficaram um bom tempo sem falar, apenas bebericando do copo de refrigerante à frente. Durante um bom tempo, Ana vasculhou a mente atrás de algo que pudessem conversar, mas todas as coisas que lhe vieram à mente envolviam críticas sobre o garoto birrento que conhecera há anos, ou elogios sobre o deus que agora bebia refrigerante na sua festa.
Quando Diego finalmente quebrou o silêncio, Ana suspirou aliviada e baixou o quarto compo de refrigerante que bebia, reconhecendo que havia tomado os outros três rápido demais.

- Então você... Mora aqui desde que eu mudei?

O rosto lindo de Diego mirava o de Ana com o sorriso que ela já aprendera a gostar. Ela desejou que o tempo parasse e que ela pudesse encarar a profundidadade daqueles olhos de chocolate pelo resto da eternidade.

- Moro. Não mudou muita coisa aqui, além de mais algumas pessoas qua foram embora depois de você. A Sofia, o Rafael...

- A Sofia deve me odiar até hoje! Lembra que eu amarrei os cadarços dela na rede enquanto ela dormia!?

A risada dele era mais linda do que Ana podia esperar que fosse - não que ela tenha se surpreendido com o som. Prosseguiu com um sorriso, desviando os olhos dos dele; era difícil encará-lo quando ele resolvia fazer o mesmo.

- O Rafael também não deve te querer muito bem. Ele gostava da Sofia na época, e acabou tomando a culpa depois que ela entendeu o que tinha acontecido nos sapatos...

Agora foi a vez de Ana rir, a cabeça balançando sutilmente pros lados enquanto o fazia. Ela voltou com a mão para o copo, ma não tirou-o do lugar, apenas estudou os próprios dedos antes de voltar os olhos para Diego, surpreendendo-se ao perceber que ele ainda a fitava, agora, com uma atenção que chegava a queimar seu íntimo, ela não soube se de vergonha ou alguma outra coisa que ela não entendia o que era.

- Você arranjou algum namorado?

Pela terceira vez naquela noite, Ana sentiu o rosto queimar de vergonha pela pergunta que lhe fora feita. Dessa vez, ela não desviou o rosto do dele, mas teve certeza de que sua expressão estava vacilante quando respondeu, a voz um pouco mais baixa.

- Naah. 'Ana' e 'namorado' não são palavras que caibam numa mesma frase sem um sinal de diferença entre elas...

De novo os olhos de Diego estavam prendendo os de Ana sem que ela pudesse sequer entender como ele fazia aquilo. Sua mente estava totalmente desligada da festa que acontecia ao redor da mesa, mas ela ainda ouvia alguns fragmentos de vozes conhecidas, embora nada do que dissessem fosse capaz de distraí-la do rosto emoldurado pelos cabelos castanhos à sua frente. Quando a voz de Diego despertou-a do transe que seu rosto havia começado, Ana piscou várias vezes, reparando que várias pessoas que antes estavam ali perto já tinham ido embora, algumas cruzavam a porta para sai para a rua.

- Eu não acho que esteja muito longe de arrumar um... - Dessa vez, foi o rosto dele que corou, os olhos arregalando-se pela surpresa das próprias palavras, antes que outra viessem consertar o erro. - É que você é tão bonita e... Parece ser tão legal! Duvido que demora até que alguém te peça em namoro!

Ana calou-se por vários segundos, deixando que as palavras de Diego fosse gravadas em sua mente até não sobrar mais espaço. Talvez ele nunca fosse saber, mas apenas aquilo, aquela gafe, para ele, salvara o aniversário de Ana. Ela sorriu, ignorando as manchas rosadas nas bochechas e respondeu, dando de ombros.

- Se diz... Vou esperar esse tempo que resta até meu namorado chegar, então.

Ambos sorriram timidamente, os olhos procurando qualquer ponto que não fosse o rosto do outro. Ana, em sua mente, travava uma batalha violenta entre a curiosidade e a timidez, tentando decidir por qual das duas se guiar antes de voltar a falar. Quando a curiosidade enfim venceu, sua voz soou num atropelo quase initeligível, um pouco mais baixo do que o tom normal, mas ainda claramente audível.

- E você? Alguma namorada?

O rosto de Ana estava tranquilo em expressão, apesar de corado. O de Diego, no entando, estava relaxado, tanto antes, quanto depois da pergunta.

- Não. Eu nunca fui muito de namorar. Cá entre nós, não acho que saiba agradar uma garota...

O sorriso de Ana talvez tenha denunciado seu entusiamo de saber que Diego estava solteiro, mas ele foi educado o bastante para não comentar nada, caso tenha percebido. De novo, o silêncio pesou por vários instantes antes que, cedo demais, a mãe de Ana gritasse, lá da porta.

Valéria: Diego, querido, seu pai veio te buscar!

Ana levantou-se de um salto, como se tivesse tomado um choque na cadeira. Durante todo o tempo em que ficaracom Diego, não pensou que teria que despedir-se dele. Talvez estivesse tão fora de cogitação a idéia de tê-lo longe, que nem em pensamentos ela tenha levado isso em conta. Ele, por sua vez, torceu a boca e murmurou um 'eu disse pra não virem...' antes de se levantar e ir para o lado de Ana, abrindo aquele sorriso de derreter corações antes de falar:

- Vem comigo até a porta.

Não era um convite, era um pedido. Ana apenas acenou que sim com a cabeça e cruzou os braços diante do corpo, reconhecendo o quanto esfriara desde que Diego havia aparecido na festa. Caminhou o mais devagar que pôde até a porta, agora vazia, e parou ali, com Diego à sua frente, olhando-a com aquela profundidade toda que Ana tanto adorava.

- Foi bom te ver de novo, Ana

- Também gostei de te ver, Diego. Ahn... Vem aqui de novo, quando der. Agora que tá morando aqui no bairro de novo, fica mais fácil... E a gente pode conversar sobre as coisas que perdemos, um do outro...

Ana esperou que a quase súplica de seu convite não estivesse tão evidente quanto ela pensou. Em sua mente, a idéia de despedir-se de Diego sem uma remota idéia de poder reencontrá-lo, era ainda mais dolorosa agora.

- Eu venho, ainda essa semana... - Uma buzinada histérica fez Ana pular de susto e o rosto de Diego se contorcer de raiva, mas nem isso tireou o sorriso que apareceu nos lábios de Ana. - A gente se vê, Aninha.

E aproximou-se, os braços de novo puxando Ana para um abraço cheio de carinho e um calor que ela não soube se era imaginário ou não, mas que com certeza a fez esquecer do frio. Deixou-se ser apertada por Diego por um tempo curto demais, e, antes que ele a soltasse, sentiu a boca quentinha dele colada em seu rosto, num beijo carinhoso, seguido de um sorriso e um sussurro doce, lindo.

- Feliz aniversário, Ana. Até amanhã, na escola.

Os olhos da menina arregalaram-se com a surpresa das palavras do outro.

- Escola? Você vai estudar lá, comigo!?

O entusiasmo de Ana ficou tão evidente que a fez corar. Aparentemente, Diego não se importo, deve até ter gostado, pois sorriu e desceu as escadas que davam para a rua confirmando com a cabeça, as palavras soando como um coro de anjos aos ouvidos de Ana.

- No mesmo período. Te vejo amanhã, baixinha.

A última visão que Ana teve do ser mais perfeito que seus olhos já viram foi um aceno com a mão acima da cabeça. Depois disso, a curva do portão de sua casa escondeu Diego e ela contentou-se com o vislumbre do carro do pai do garoto que passou depressa por seu campo de visão. Distraída, olhou para o relógio acima da porta e descobriu que passava das onze da noite; talvez isso explicasse o fato de não ter nem a metade de pessoas que estavam ali há umas três horas atrás, embora Ana ainda não acreditasse como o tempo passara rápido desde que Diego chegara. Sem nem ter noção completa do que fazia, Ana foi para seu quarto, onde a bagunça de presentes e embrulhos era geral, e atirou-se na cama,segurando o impulso de rir descontroladamente. Quando por fim levantou-se, flutuou até o armário, onde pegou algumas roupas leves e foi para o banheiro para tomar banho.
Ana não se deu conta do quanto havia demorado no banho, só percebeu quando sua mãe passou pelo corredor reclamando da falta de educação dela ao deixar os últimos convidados plantados na sala. Ignorando o sermão, ela voltou para o quarto, apreciando o silêncio total que a casa mantinha agora. Largou as roupas usadas na festa no chão, ao lado do armário, ficando apenas com a calça na mão. Depressa, revistou os bolsos e logo encontrou o que queria: a pulseira que ganhara. Com um sorriso, colocou-a no pulso e ergueu a mão diante dos olhos, estudando o pingente minusciosamente. Achou o presente tão perfeito quanto quem lhe dera o mesmo. Ali, sentada em sua cama, não conseguia entender - ou sequer lembrar - o motivo de ter acordado tão mau-humorada. Lembrou-se vagamente de uma vingança relacionada à uma música, mas agora tudo parecia tão superficial que Ana mal se deu ao trabalho de tentar lembrar em detalhes.
Com um sorriso, deitou-se na cama e puxou as cobertas para cima do corpo, apagando a luz com um toque no interruptor acima da cabeceira da cama. Durante alguns minutos, tentou fechar os olhos e dormir, mas a imagem de Diego parecia tão nítida diante de seus olhos quanto estavam há uma hora atrás, quando estavam frente à frente. Ana tentou entender como ele podia ser tão perfeito, quando suas lembranças o mostravam como um pivete irritante; não conseguiu relacionar os fatos, mas pela primeira vez, não se importou com o fracasso. O passado era exatamente isso: passado. E Ana não estava disposta a desenterrar nada que pudesse ofuscar o brilho do Diego perfeito que conhecera essa noite. Estava crente que não o esqueceria, e a idéia de que encontraria-o no outro dia logo pela manhã, afogou-a num sono sem sonhos, mas decididamente confortável, com as palavras de Diego ecoando em sua mente como uma canção de ninar.

" Te vejo amanhã, baixinha. "

Continuação: So Kiss me...

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

O Símbolo Perdido - o Globo

São Paulo - Com lançamento previsto no Brasil para 4 de dezembro e tiragem inicial de 400 mil exemplares, o novo livro de Dan Brown, "O Símbolo Perdido" (Sextante), chegou às livrarias dos Estados Unidos cheio de mistérios. Alguns deles começaram a ser desvendados depois da crítica do "The New York Times". O jornal publicou no fim de semana uma resenha bastante favorável ao livro, sequência dos bestsellers "Anjos e Demônios" (2000) e "O Código DaVinci" (2003).
Na nova saga, o simbologista Robert Langdon é acompanhado da pesquisadora Katherine Solomon - estudiosa das conexões entre corpo e mente - em uma busca que envolve os segredos da maçonaria. Tudo se passa em Washington, D.C., onde alguns destes segredos estão escondidos e codificados na arquitetura.
Além do enredo, a dúvida central sobre o livro é se Dan Brown conseguirá se superar. "No momento, sua própria fórmula está esgotada por tantas cópias", avalia o artigo do TNYT. além disso, muitos autores populares, como Thomas Harris, autor de "O Silêncio dos Inocentes", não conseguiram superar o sucesso de seu primeiro livro. "O senhor Brown não fez isso. Ao contrário, ele consegui trazer a vida de volta à um gênero agonizante", afirma a crítica do jornal americano.
Em alguns momentos, "O Símbolo Perdido" parece um clone dos romances anteriores. Há uma cena bizarra em um lugar famoso (o Capitólio, não o Louvre), mais teorias da conspiração e um personagem estanho (um musculoso tatuado, não um monge albino), que lembra muito um vilão das histórias em quadrinhos.
Mas apesa das semelhanças, "O Símbolo Perdido" conquista o leitor do começo ao fim. "No universo hermético do livro, a motivação dos personagens não precisa fazer sentido, apenas tem que gerar ações, o que faz impossível largar a leitura", afirma a crítica.

Por:
O Globo - Publicada em 14/09/2009 às 15h29m.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Contagem dubem. ♥

eu lembrei o meu login MORRAM DE INVEJA
não que eu tenha alguma coisa útil pra postar, mas que seja.
eu quero o livro do Brown ♥, e pra isso, vale até postagem aqui.

luv ya