terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Boa tarde, gente linda! HAUHEAU

Espero que todos estejam de tão bom humor quanto eu hoje.. Mesmo que sem motivo, como eu.Não sei se repararam, mas grande parte das vezes que eu estou de bom humor, não existe um motivo. Ou talvez exista, mas tão pequeno, que eu mal sou capaz de notar. E isso, quando paro para pensar, é uma coisa boa! Significa, pra mim, que não preciso de mais do que eu tenho para ser feliz.  Como eu já disse algumas vezes aqui mesmo, minha vida não é nenhum mar de rosas, e eu não espero que um dia seja; ninguém pode ser 100% feliz, e eu não tenho motivos para penar, ou sequer esperar, que eu seja uma exceção à essa regra.
Ah, gente, hoje me acnoteceu uma coisa curiosa. Eu estava tomando meu café da manhã - com um excelente bolo de chocolate que eu fiz e um copo de leite imenso ao lado - enquanto assistia Friends, aquela série dos seis amigos, que todo mundo já assistiu pelo menos uma vez na vida, e sabe com quem eu me identifiquei de lá? Com a Rachel! Claro, não na aparência física - eu seria imensamente feliz se me parecesse com ela! HAHA. Mas é, eu me vi nela, pelo menos na situação apresentada no episódio que eu assisti. Era mais ou menos assim: Ela tinha terminado com o Ross, e estava 'paquerando' (créditos à minha avó, que me ensinou o significado dessa palavra <3 ) um outro rapaz. Depois de muitas idas e vindas, uma descoberta muito fofa, ainda que humilhante pro Ross, eles reatam numa cena super linda! E sabe o motivo de eu ter me visto nessa cena? Porque eu sei que, no fundo, o que eu estou fazendo, é o mesmo que a Rachel faz com o Ross: ela o ama, isso fica evidente em todos os episódios, e mesmo quando não estão juntos, um é para o outro o chão, o ar e tudo... simplesmente tudo. É estranho, eu não sei explicar direito. Mas eu gostei. Enfim... Não sei se entenderam, mas espero que sim. Eu tentei explicar. E agora, como já não tenho mais o que falar, vou retirar-me. Que post curto, não gosto disso... Mas tudo bem. Talvez eu volte ainda hoje, ou semana que vem....
Bom, no pior dos casos, um feliz Natal para todos, e um excelente ano novo. Felicidades e realizações à todos vocês. <3

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Boa noite!

Primeiramente, gostaria que todos tomasse nota de que essa é a primeira vez, desde que eu criei o blog, em que faço postagens dois dias seguidos! É um progresso, espero eu! hahaha
Mas enfim, eu acordei de bom humor hoje. O que isso importa? Não faço idéia. Mas eu acho que felicidade sempre deve ser compartilhada, ainda que, para muitos, seu motivo real seja um mistério. E talvez realmente não haja um motivo para eu ter acordado assim hoje... Pode ser que simplesmente tenha sido e ponto. É estranho, mas como muitos de vocês já sabem, grande parte das coisas que eu escrevo, digo, falo e penso o são... Não que eu ligue, mas acho importante dar-lhes ciencia; não quero causar sustos, nem possíveis surpresas desagradáveis.
O que me trouxe a escrever aqui hoje foi uma frase de uma conhecida que vi num perfil do Orkut.com. Ela é exatamente assim: "Desde o dia em que você apareceu, o resto do mundo se tornou totalmente desnecessário". Bonita, não é? Também achei. Real? Talvez... Depende do ponto de vista de que se encara o que está escrito. A frase acima foi dedicada ao namorado dessa conhecida e, mesmo sem conhecer o tal namorado, eu me identifiquei com a frase, de um modo geral. Não sei explicar o motivo, mas o meu último post talvez dê uma idéia bem sólida do motivo, ainda que para muitos não signifique nada além de linhas soltar no meio a web. 
O fato é que apenas quem ama pode entender certas coisas. Não há explicação racional que possa transcrever, falar ou expor o amor em sua real forma... Talvez por ser este um sentimento único à cada um, ou por ser simplesmente inexplicável! Como vamos saber, não é? Alguns de nós buscam a resposta incansávelmente. Outros, como eu, apenas sentem, sem se preocupar com o que possa significar. Eu creio que essa seja a 'magia' do amor: sentir, sem saber exatamente o que... Só sabendo que é bom, muito bom. 
Muitas pessoas passam boa parte da vida sem conhecer alguém para amar de verdade, e, felizmente - ou não - eu não sou uma dessas pessoas. Eu acabei com a minha chance de reatar um amor quando tive chance, mas eu não acabei com o sentimento. Eu sintoq ue ele ainda arde em mim como sempre ardeu, talvez até mais agora. Sim, eu acredito, apenas agora, que o ser humano é egoísta demais para dar valor ao que tem, até que isso vá embora e mostre quanta falta pode fazer. 
Mas eu sou grata. Por ter sofrido, por ter amado, por ainda ser capaz de sentir saudades. Isso faz de mim mais humana do que eu poderia me considerar, tendo em vista todo o resto de mim... A parte que sente raiva, dúvidas e ressentimentos. Eu sou grata por não ser perfeita e por não me enganar pensando o contrário... Eu sou infinitamente grata por tudo o que esse amor me proporcionou, de verdade. Não vou mancionar nomes... Acho isso tolice, principalmente porque a única pessoa que merece essas palavras, saberá que cada letra aqui foi digitada pensando nela. Não me entendam mal, por favor: não é que eu não me importe com os demais que possam vir a ler minhas postagens... Mas creio que dá pra entender o que quero dizer, não é? Como dizem: Para bom entendedor, meia palavra basta. Se meu amor for ainda o bom entendedor que eu conheci outrora, vai saber que tudo o que eu escrevo aqui, desde muito tempo, diz respeito à Ele, sem que, para isso, eu precise nomeá-lo.
Bom, acho que não tenho mais o que escrever. O que era para ser uma postagem descontraída, talvez divertida, virou mais uma declaração escondida, como sempre, ahaha. Enfim, obrigada por lerem. Passem bem.

domingo, 12 de dezembro de 2010

~

Boa tarde. Hoje eu não tenho um motivo de verdade pra escrever, mas me deu bastante vontade de voltar aqui... Principalmente porque tem bastante tempo que não posto nada, então... De qualquer jeito, a primeira frase do que vem a seguir foi algo que eu pensei hoje pela manhã, ouvindo "Fiction", do Avenged Sevenfold. <3

" Eu tive um amor de verdade. Eu tive um amor que durou mais do que eu esperava, e menos do que eu gostaria que durasse, quando paro para pensar atualmente. Esse amor me ensinou coisas novas, me fez abandonar velhos hábitos ruins e me fez amadurecer tudo o que eu nunca tinha amadurecido em dezesseis anos. Esse amor me mostrou coisas que eu nunca esperei ser capaz de ver, me fez rir nas piores horas e me emocionar, tornar cada simples momento em uma situação importante, única.
Esse amor me fez feliz, e mesmo depois do fim, me deixou com essa dádiva: perceber a felicidade alheia e, se possível, fazê-la minha também, simplesmente por ser importante pra quem é importante pra mim. Eu não sei explicar como. De verdade. E acho que mesmo que pudesse, ou tivesse vontade de tentar, eu me faria parar antes de conseguir. Pra quê ?Por quê? Tudo o que eu vivi, tudo o que esse amor me fez viver e viveu comigo, pertenceu e sempre nos pertencerá, exclusivamente. Não por sermos egoístas ou algo assim... Mas simplesmente por termos presenciado tanto amor assim. Claro, isso eu falo por mim, foi o que eu senti, pude perceber nesse tempo em que amei... E talvez sinta até hoje.
Se sou feliz sem esse amor? Sim, eu sou. Extremamente feliz, em todos os aspectos; menos nesse: no amor. Esse amor em especial que me fez suspirar, chamar e chorar por tantas emoções juntas. Não deixa de ser uma confusão aos que não conhecem o amor, e talvez até para os que o conheçam, mas eu entendo... E tenho certeza de que, se meu amor lesse, entenderia também. Afinal, foi o que vivemos. Foi o nosso relacionamento, tudo nosso. E... eu não sei, tenho tanto pra escrever, mas as palavras não me ocorrem. Detesto isso, de verdade. Eu queria poder expressar aqui cada sentimento que me ocorre, transcrever aqui todo o arrependimento das lágrimas, toda a dor que pode caber em um suspiro... Mas não consigo. Só posso me limitar a deixar que meus dedos ajam por mim, que teclem cada vez mais rápido e sem rumo, sem minha ordem ou permissão. O que sair daqui terá de bastar pra mim, ou pra quem leia... Mas nunca para Ele. Porque eu ainda tenho dentro de mim a sensação de que nada nesse mundo, nem toda felicidade que se possa imaginar, seria o bastante para o meu amor. Talvez isso seja coisa de quem ama... Ou de que não se ama. Eu não saberia dizer.
Chega a doer segurar a vontade de chorar por tanto tempo... Eu não gosto de sucumbir às lágrimas, principalmente quando o que me leva a querer fazê-lo, são meus erros... Mas e quando esse erro nos faz arrepender amargamente, como se fosse a decisão mais estúpida, egoísta e infantil que há na face da Terra, e a tomamos sem pensar? O que fazer quando cada célula do nosso corpo parece nos consumir aos poucos, como um castigo por sermos ignorantes, ingênuos... humanos demais num mundo tão deteriorado pela própria raça que hospeda? É confuso pensarmos assim, em nós mesmos como os tolos e culpados por nossas dores, mas é como eu me sinto... É como eu me sinto desde que perdi meu amor por culpa única e exclusivamente minha.
Eu queria poder crer que consertar esse erro é uma opção, mas não posso. Eu quis acreditar que o tempo não passou, quis voltar atrás, pura e simplesmente... Mas não pude. Eu tentei, juro que tentei. Fiz o que estava ao meu alcance, mas falhei miseravelmente. E confesso que agora, se me perguntarem, eu não saberia o que fazer para reconquistar toda a felicidade que tive num amor. Mas eu ainda tento, sempre vou tentar. Como? Eu espero. O Amor sempre espera, independente de quanto tempo passe. O Amor perdoa; não esquece, mas releva simplesmente por ser o Amor. E eu vou esperar. Vou esperar até que tudo volte a ser como foi quando eu podia chamar meu amor por esse nome, sem vergonha ou medo. Afinal...

... amor de verdade, só uma vez na vida. "