quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Boa noite, pessoal!
Gente, eu realmente acreditei que, quando setembro acabasse, as coisas melhorariam um pouquinho pra mim. Claro, não vou ser piegas de dizer que tá tudo na mesma... Uma única coisa aconteceu de boa, sobre aquele problema que mencionei no post anterior, mas de resto... Tudo foi por água abaixo! Haha. As coisas em casa estão piores do que nunca, na escola, idem, minha viagem de 'férias' foi totalmente torturante e, pra variar, meu pai tem parte em tudo isso que tem acontecido de ruim na minha vida.
Eu tenho certeza absoluta que muita gente, ao ler isso, pensa: 'xii, mimadinha reclamando do papai!', mas eu lhes garanto que nada disso é fruto de mimo... E falar sobre o que ele faz pra me causar tanto desgosto assim seria pura perda de tempo, além de um descarregamento de palavras de baixo calão e ofensas que eu não me orgulharia de deixá-los tomar conhecimento.
Mas, deixando as coisas ruins de lado, eu acho que descobri uma das coisas mais... óbvias da minha vida. Uma coisa que muita gente já tinha me falado, até rido de mim só de me ouvir tentar falar o contrário, e que durante a viagem eu finalmente consegui aceitar. A questão é: eu ainda amo a única pessoa que eu sempre amei de verdade. Eu sei, passei seis meses tentando convencer o mundo - e a mim mesma - do contrário, mas na semana passada, depois de uma informação que não devia ter me causado nada, senão, talvez, curiosidade, eu percebi que o tempo nem sempre é o remédio pra tudo... Afinal, depois de aproximadamente 180 dias (haha, contei!) eu continuo sentindo a mesma coisa! Claro com uma pitada de arrependimento, bastante medo e muita, muita saudade. O fato é que eu digo agora, com mais certeza do que nunca, que eu realmente amo só uma pessoa... sempre amei, e nos últimos dias, talvez tenha começado a amar ainda mais, ou talvez só sinta mais saudade do que jamais me lembro de ter sentido de outra pessoa. Essa pessoa? A mesma de seis meses atrás.. Braian.
E eu juro que se conhecesse palavras boas e fortes o bastante pra expressar o quanto eu me arrependo de ter tomado a decisão mais idiota e egoísta de toda minha vida, eu as diria quantas vezes fosse necessário, apenas pra conseguir mais uma chance, uma última chance de reconquistar a única pessoa que eu acredito ser merecedora de tudo que eu sinto, falo e penso. Mas é estranho como a minha facilidade pra escrever não se aplica aos momentos em que eu mais preciso dela... Mas, como me disse uma querida amiga certa vez: 'são nesses momentos em que as coisas mais sinceras são ditas'. Sem frases polidas e ensaiadas, sem exageros ou qualquer outro tipo de 'fingimento'.
Eu queria poder dizer com uma percentagem mínima de certeza de que tudo o que eu estou disposta a fazer, vai ter algum resultado... Mas não posso. E essa incerteza me dilacera, sem nenhum exagero. É terrível você se pôr a prova, se arriscar tanto por algo que perdeu há tanto tempo, sem poder ver sequer uma possibilidade de que, no fim, tenha êxito. Entretanto, eu acredito que a dúvida é pior do que o medo... E viver com ela seria mil vezes pior do que passar o resto da vida com medo de deixar passar a chance de reconquistar algo que eu tive nas mãos e deixei escapar por pura bobagem.
E a verdade é uma só, incontestável e absoluta: Braian, eu te amo. Eu ainda te amo, apesar do tempo, apesar dos meus erros e apesar da minha infantilidade, eu te amo do mesmo jeito que sempre te amei, de um jeito que eu nunca pude dizer que amo nenhuma outra pessoa no mundo. E espero sinceramente que, independente da sua decisão de me perdoar ou não, você seja imensamente feliz, com quem escolher pra estar do seu lado. Me desculpa por tudo o que eu te fiz, tanto durante quanto depois do nosso namoro... Eu reconheço que não fui digna do seu amor, mas agora eu espero que você possa me perdoar... Não só para voltarmos a ficar juntos, mas principalmente pra eu deixar de me sentir culpada por abrir mão da melhor coisa que já me aconteceu.
Espero que tudo o que eu disse, surta o efeito esperado... Não como uma 'pressão', de jeito nenhum... Mas como um depoimento do quanto eu me arrependo das minhas decisões infantis, do quanto eu espero poder retomar a única certeza que eu já tive, e do quanto eu espero poder ouvir de novo aquele 'eu te amo' com o qual eu me acostumei.
Bom, acho que terminei. Com certeza faltou algo, mas eu prefiro que o principal seja dito pessoalmente... Acho mais bonitinho, haha. Então, beijos à todos.
<3