terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Boa tarde, gente linda! HAUHEAU

Espero que todos estejam de tão bom humor quanto eu hoje.. Mesmo que sem motivo, como eu.Não sei se repararam, mas grande parte das vezes que eu estou de bom humor, não existe um motivo. Ou talvez exista, mas tão pequeno, que eu mal sou capaz de notar. E isso, quando paro para pensar, é uma coisa boa! Significa, pra mim, que não preciso de mais do que eu tenho para ser feliz.  Como eu já disse algumas vezes aqui mesmo, minha vida não é nenhum mar de rosas, e eu não espero que um dia seja; ninguém pode ser 100% feliz, e eu não tenho motivos para penar, ou sequer esperar, que eu seja uma exceção à essa regra.
Ah, gente, hoje me acnoteceu uma coisa curiosa. Eu estava tomando meu café da manhã - com um excelente bolo de chocolate que eu fiz e um copo de leite imenso ao lado - enquanto assistia Friends, aquela série dos seis amigos, que todo mundo já assistiu pelo menos uma vez na vida, e sabe com quem eu me identifiquei de lá? Com a Rachel! Claro, não na aparência física - eu seria imensamente feliz se me parecesse com ela! HAHA. Mas é, eu me vi nela, pelo menos na situação apresentada no episódio que eu assisti. Era mais ou menos assim: Ela tinha terminado com o Ross, e estava 'paquerando' (créditos à minha avó, que me ensinou o significado dessa palavra <3 ) um outro rapaz. Depois de muitas idas e vindas, uma descoberta muito fofa, ainda que humilhante pro Ross, eles reatam numa cena super linda! E sabe o motivo de eu ter me visto nessa cena? Porque eu sei que, no fundo, o que eu estou fazendo, é o mesmo que a Rachel faz com o Ross: ela o ama, isso fica evidente em todos os episódios, e mesmo quando não estão juntos, um é para o outro o chão, o ar e tudo... simplesmente tudo. É estranho, eu não sei explicar direito. Mas eu gostei. Enfim... Não sei se entenderam, mas espero que sim. Eu tentei explicar. E agora, como já não tenho mais o que falar, vou retirar-me. Que post curto, não gosto disso... Mas tudo bem. Talvez eu volte ainda hoje, ou semana que vem....
Bom, no pior dos casos, um feliz Natal para todos, e um excelente ano novo. Felicidades e realizações à todos vocês. <3

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Boa noite!

Primeiramente, gostaria que todos tomasse nota de que essa é a primeira vez, desde que eu criei o blog, em que faço postagens dois dias seguidos! É um progresso, espero eu! hahaha
Mas enfim, eu acordei de bom humor hoje. O que isso importa? Não faço idéia. Mas eu acho que felicidade sempre deve ser compartilhada, ainda que, para muitos, seu motivo real seja um mistério. E talvez realmente não haja um motivo para eu ter acordado assim hoje... Pode ser que simplesmente tenha sido e ponto. É estranho, mas como muitos de vocês já sabem, grande parte das coisas que eu escrevo, digo, falo e penso o são... Não que eu ligue, mas acho importante dar-lhes ciencia; não quero causar sustos, nem possíveis surpresas desagradáveis.
O que me trouxe a escrever aqui hoje foi uma frase de uma conhecida que vi num perfil do Orkut.com. Ela é exatamente assim: "Desde o dia em que você apareceu, o resto do mundo se tornou totalmente desnecessário". Bonita, não é? Também achei. Real? Talvez... Depende do ponto de vista de que se encara o que está escrito. A frase acima foi dedicada ao namorado dessa conhecida e, mesmo sem conhecer o tal namorado, eu me identifiquei com a frase, de um modo geral. Não sei explicar o motivo, mas o meu último post talvez dê uma idéia bem sólida do motivo, ainda que para muitos não signifique nada além de linhas soltar no meio a web. 
O fato é que apenas quem ama pode entender certas coisas. Não há explicação racional que possa transcrever, falar ou expor o amor em sua real forma... Talvez por ser este um sentimento único à cada um, ou por ser simplesmente inexplicável! Como vamos saber, não é? Alguns de nós buscam a resposta incansávelmente. Outros, como eu, apenas sentem, sem se preocupar com o que possa significar. Eu creio que essa seja a 'magia' do amor: sentir, sem saber exatamente o que... Só sabendo que é bom, muito bom. 
Muitas pessoas passam boa parte da vida sem conhecer alguém para amar de verdade, e, felizmente - ou não - eu não sou uma dessas pessoas. Eu acabei com a minha chance de reatar um amor quando tive chance, mas eu não acabei com o sentimento. Eu sintoq ue ele ainda arde em mim como sempre ardeu, talvez até mais agora. Sim, eu acredito, apenas agora, que o ser humano é egoísta demais para dar valor ao que tem, até que isso vá embora e mostre quanta falta pode fazer. 
Mas eu sou grata. Por ter sofrido, por ter amado, por ainda ser capaz de sentir saudades. Isso faz de mim mais humana do que eu poderia me considerar, tendo em vista todo o resto de mim... A parte que sente raiva, dúvidas e ressentimentos. Eu sou grata por não ser perfeita e por não me enganar pensando o contrário... Eu sou infinitamente grata por tudo o que esse amor me proporcionou, de verdade. Não vou mancionar nomes... Acho isso tolice, principalmente porque a única pessoa que merece essas palavras, saberá que cada letra aqui foi digitada pensando nela. Não me entendam mal, por favor: não é que eu não me importe com os demais que possam vir a ler minhas postagens... Mas creio que dá pra entender o que quero dizer, não é? Como dizem: Para bom entendedor, meia palavra basta. Se meu amor for ainda o bom entendedor que eu conheci outrora, vai saber que tudo o que eu escrevo aqui, desde muito tempo, diz respeito à Ele, sem que, para isso, eu precise nomeá-lo.
Bom, acho que não tenho mais o que escrever. O que era para ser uma postagem descontraída, talvez divertida, virou mais uma declaração escondida, como sempre, ahaha. Enfim, obrigada por lerem. Passem bem.

domingo, 12 de dezembro de 2010

~

Boa tarde. Hoje eu não tenho um motivo de verdade pra escrever, mas me deu bastante vontade de voltar aqui... Principalmente porque tem bastante tempo que não posto nada, então... De qualquer jeito, a primeira frase do que vem a seguir foi algo que eu pensei hoje pela manhã, ouvindo "Fiction", do Avenged Sevenfold. <3

" Eu tive um amor de verdade. Eu tive um amor que durou mais do que eu esperava, e menos do que eu gostaria que durasse, quando paro para pensar atualmente. Esse amor me ensinou coisas novas, me fez abandonar velhos hábitos ruins e me fez amadurecer tudo o que eu nunca tinha amadurecido em dezesseis anos. Esse amor me mostrou coisas que eu nunca esperei ser capaz de ver, me fez rir nas piores horas e me emocionar, tornar cada simples momento em uma situação importante, única.
Esse amor me fez feliz, e mesmo depois do fim, me deixou com essa dádiva: perceber a felicidade alheia e, se possível, fazê-la minha também, simplesmente por ser importante pra quem é importante pra mim. Eu não sei explicar como. De verdade. E acho que mesmo que pudesse, ou tivesse vontade de tentar, eu me faria parar antes de conseguir. Pra quê ?Por quê? Tudo o que eu vivi, tudo o que esse amor me fez viver e viveu comigo, pertenceu e sempre nos pertencerá, exclusivamente. Não por sermos egoístas ou algo assim... Mas simplesmente por termos presenciado tanto amor assim. Claro, isso eu falo por mim, foi o que eu senti, pude perceber nesse tempo em que amei... E talvez sinta até hoje.
Se sou feliz sem esse amor? Sim, eu sou. Extremamente feliz, em todos os aspectos; menos nesse: no amor. Esse amor em especial que me fez suspirar, chamar e chorar por tantas emoções juntas. Não deixa de ser uma confusão aos que não conhecem o amor, e talvez até para os que o conheçam, mas eu entendo... E tenho certeza de que, se meu amor lesse, entenderia também. Afinal, foi o que vivemos. Foi o nosso relacionamento, tudo nosso. E... eu não sei, tenho tanto pra escrever, mas as palavras não me ocorrem. Detesto isso, de verdade. Eu queria poder expressar aqui cada sentimento que me ocorre, transcrever aqui todo o arrependimento das lágrimas, toda a dor que pode caber em um suspiro... Mas não consigo. Só posso me limitar a deixar que meus dedos ajam por mim, que teclem cada vez mais rápido e sem rumo, sem minha ordem ou permissão. O que sair daqui terá de bastar pra mim, ou pra quem leia... Mas nunca para Ele. Porque eu ainda tenho dentro de mim a sensação de que nada nesse mundo, nem toda felicidade que se possa imaginar, seria o bastante para o meu amor. Talvez isso seja coisa de quem ama... Ou de que não se ama. Eu não saberia dizer.
Chega a doer segurar a vontade de chorar por tanto tempo... Eu não gosto de sucumbir às lágrimas, principalmente quando o que me leva a querer fazê-lo, são meus erros... Mas e quando esse erro nos faz arrepender amargamente, como se fosse a decisão mais estúpida, egoísta e infantil que há na face da Terra, e a tomamos sem pensar? O que fazer quando cada célula do nosso corpo parece nos consumir aos poucos, como um castigo por sermos ignorantes, ingênuos... humanos demais num mundo tão deteriorado pela própria raça que hospeda? É confuso pensarmos assim, em nós mesmos como os tolos e culpados por nossas dores, mas é como eu me sinto... É como eu me sinto desde que perdi meu amor por culpa única e exclusivamente minha.
Eu queria poder crer que consertar esse erro é uma opção, mas não posso. Eu quis acreditar que o tempo não passou, quis voltar atrás, pura e simplesmente... Mas não pude. Eu tentei, juro que tentei. Fiz o que estava ao meu alcance, mas falhei miseravelmente. E confesso que agora, se me perguntarem, eu não saberia o que fazer para reconquistar toda a felicidade que tive num amor. Mas eu ainda tento, sempre vou tentar. Como? Eu espero. O Amor sempre espera, independente de quanto tempo passe. O Amor perdoa; não esquece, mas releva simplesmente por ser o Amor. E eu vou esperar. Vou esperar até que tudo volte a ser como foi quando eu podia chamar meu amor por esse nome, sem vergonha ou medo. Afinal...

... amor de verdade, só uma vez na vida. "

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Boa tarde, gente!

Nossa, hoje eu posso dizer que estou excepcionalmente feliz! O que é estranho, considerando que tenho N motivos pra dizer que estou péssima, totalmente pra baixo... Não que eu esteja reclamando, muito pelo contrário. Eu adoro isso, essas minhas voltas malucas de humor (claro, quando ele fica lá no alto, hahaha!) É claro que eu posso estar errada, mas eu estou atribuindo - pelo menos por enquanto - essas minhas mudanças no ânimo à mudança à qual me referi no último post. Pode não ser, mas eu prefiro acreditar que seja... Isso me convence de que não sou nenhuma maluca bipolar. hahahaha!

Enfim, deixe-me narrar-lhes o que se passou comigo hoje. Não sei o motivo ao certo, mas a minha sala na escola agiu como se hoje fosse o último dia de aula: ninguém fez absolutamente nada, todos ficaram andando pela sala e pelos corredores da escola e presenciamos uma briga TERRIVELMENTE SANGRENTA no corredor (Fiquei irada de ver aquele meliante batendo no Lucky, mesmo sem conhecê-lo! Confesso que pela primeira vez na vida me senti tentada a comprar uma briga que não era minha, só pra derrubar o maldito injusto que o encheu de socos!), vimos o César desfilando de vestido e peruca pela escola toda e todos, pelo menos da minha sala, estavam num clima deliciosamente pré-despedida. Não sei explicar, mas mesmo não tendo amizade com a sala toda, eu trago comigo lembranças de cada um de lá de dentro: seja boa ou ruim, triste ou feliz, não importa! Cada um lá deixou comigo uma marca, mesmo que pequena, desses três anos que ficamos juntos, e alguns, que conheci ainda esse ano, mas que já tem um significado indescritível pra mim. Claro, há exceções: há algumas pessoas lá cujas únicas lembranças que eu tenho são pontuadas por uma raiva que eu não me atrevo a mencionar, mas a grande maioria eu com certeza vou ter pra sempre comigo. 
Pode parecer clichê, dito assim, num Blog que a maioria da turma nunca vai ver... Mas eu acho que só eu vou entender o quanto aquele bando de doidos vai me fazer falta! haha! 
Vou sentir falta dos meninos que tanto me enchem o saco e xingam ( "Auuu, menina do mata-leão!" hahaha ), das meninas histéricas que me chamam por cada mínima coisa que lhes ocorra ("Pauliiiiinha, corre aqui!" ) e até da outra porção da sala, que me vê como uma homicida maluca, cheia de piercings e prestes a aloprar a sair por aí matando a escola! hahahaha
E por que não dizer que os professores vão me fazer falta? A Neusa, com suas fórmulas malucas, sempre tão insistente em enfiar tudo na nossa cabeça... A Vânia e sua incansável batalha para nos ensinar sobre clássicos que metade de nós nunca lerá, se puder evitar... E, claro, a nossa querida Marina, cujas viagens, piadas e xingos jamais serão esquecidos por ninguém da sala! E... para o caso de corrermos o risco de perder nossas cabeças - hahaha -  a Célia, nossa Diretora, tão pulso firme, mas ao mesmo tempo, tão paciente, tranquilizadora e amável. Chega a ser estranho falar disso num blog, mas eu acho que aqui, melhor do que qualquer lugar, há uma chance de alguém ler. Pode soar como uma baita 'puxassaquice', e talvez até seja, mas porquê não, depois de três anos, fazer uma homenagem como essa? É simples, de fato, mas eu espero - por mim e pelos outros 40 alunos da minha sala -  que seja o bastante para mostrar a todas as citadas acima e aos que não foram citados, mas decididamente marcaram nossas vidas, o quanto somos agradecidos por ter nos conhecido e passado muito ou pouco tempo nos suportando! Sei que não é fácil - eu mesma quase sucumbi à loucura da sala muitas vezes - mas todo o corpo docente se mostrou paciente e incrivelmente... heróico, perto de tudo que aprontamos! hahaha
Muuuito obrigada à todos os professores, à toda a equipe da escola e, principalmente, à turma B: aos que fizeram parte do primeiro, segundo e terceiro ano B do Moraes Salles! Vocês sem dúvida serão ETERNOS pra mim! 
Beijos e abraços à todos.



A turma toooooda! Vão fazer falta.
César, vestido pra matar.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Boa tarde!
Antes de tudo, eu tenho que me convencer de que preciso postar aqui com mais frequencia, haha. Se eu disse que é por falta de tempo, estarei mentido descarada e desavergonhadamente. Mas ao mesmo tempo, não posso dizer o motivo de eu não fazê-lo; talvez por deixar a cabeça sempre tão cheia de coisas... fúteis - sim, é essa a palavra - que acabo me esquecendo de coisas tão básicas. Não que eu acredite que o Blog seja tããão importante assim... Mas creio que 60% das coisas que ocupam minha mente boa parte do dia são menos ainda do que as postagens.
E reparem que eu escrevi, escrevi e até agora não disse nada. Talvez isso seja por não ter o que falar, ou por não conseguir falar o que preciso. A questão é que, ultimamente, minha vida tem dado uma reviravoltas muito complexas pra que eu entenda, ou sequer acompanhe; às vezes eu me pego pensando em coisas pequenas demais, quando tudo o que eu vejo quando olho pra frente, é grande demais... Talvez, grande demais até pra que eu consiga dar conta. Eu sei que preciso de ajuda, mas, como eu disse pra um querido amigo recém-feito - haha - eu acho que sou simplesmente orgulhosa e arrogante demais pra 'dar o braço à torcer'. E isso me frustra de um jeito que eu não consigo explicar e me sufoca de um jeito... inenarrável.
Sinceramente, não sei porquê às vezes sinto isso... Tudo tem estado tão bem de umas semanas pra cá! Claro, nenhum mar de rosas, e eu nunca esperaria algo assim, mas decididamente, tenho estado mais feliz do que fui nos últimos meses... Talvez parte disso seja graças às amizades que refiz e àquelas que cortei... Ou seja graças ao fato de, pela primeira vez em meses, eu estar realmente gostando de alguém, ou simplesmente por eu ter me livrado de um amor que deixou de existir há tempos. Eu quebrei as algemas que me prendiam, me acertei naquilo que por tanto tempo errei, e agora, no ápice da felicidade, me vejo pensando em coisas que me confundem terrívelmente. Pode ser que eu esteja simplesmente crescendo rápido demais, e isso me assusta - não nego que até hoje me considero uma criança!
E se me perguntarem, nesse exato instante, eu não saberia responder se essa confusão toda me beneficía ou não. Claro, como tudo na vida, tem seus lados bons e os ruins. A confusão como um todo é uma droga! É como estar andando por um lugar conhecido e de repente, tudo se apaga e uma mão começa a te girar, girar, girar... até todo seu senso de direção ir para o espaço. Mas essa mesma confusão que tolda os olhos, te faz descobrir novos caminhos, novas pessoas... E, por que não dizer, novos amores?
Sim, porque nessa minha 'mudança' nova, eu descobri que ainda posso amar, me livrar de tudo aquilo que, de tão bem, acabou me fazendo mal aos poucos... Mal à ponto de eu pensar em mil maneiras diferentes de fazer a dor acabar. E, te contar: eu tinha mesmo me esquecido de como é bom gostar de alguém... Tinha esquecido de como era sorrir só de ver um sorriso, ou sentir aquela cambalhota do estômago quando se recebe um abraço, ou um simples beijo no rosto. Esse 'gostar' me trouxe de brinde a capacidade de medir meus sentimentos. Eu aprendi a não amar, mas gostar o bastante pra querer o bem alheio; aprendi a não chorar perante a dor, mas sorrir a cada simples motivo que me apresente determinada pessoa... Eu confesso que tudo isso de uma vez me deixa perdida, mas eu não tenho pressa... Pelo menos, não mais.
Eu reconheço que sou uma outra pessoa. Isso me fez perder pessoas que eu considerava importantes, mas me fez ganhar outra que eu nunca imaginei que pudessem me fazer tão bem quanto agora fazem; me fez criar um vínculo mais forte com as pessoas que me rodeiam e que eu tenho certeza absoluta de que são as mais importantes do mundo pra mim, insubstituíveis; me fez reconhecer a felicidade alheia, e comemorá-la como minha própria. Eu acho que posso dizer que, hoje, sou uma pessoa melhor. E espero melhorar a cada dia, evoluindo e deixando para trás velhos hábitos, vícios e trajeitos. Afinal, isso é parte da vida, não é?
Pois bem, era isso que tinha a dizer. Espero que, de tudo, pelo menos um pouquinho, tenha sido útil a quem lê... Senão... paciência, acho. Beijos e abraços a todos. E obrigada aos que tem participado dessa minha mudança tão ativamente quanto eu mesma.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Boa noite, pessoal!
Gente, eu realmente acreditei que, quando setembro acabasse, as coisas melhorariam um pouquinho pra mim. Claro, não vou ser piegas de dizer que tá tudo na mesma... Uma única coisa aconteceu de boa, sobre aquele problema que mencionei no post anterior, mas de resto... Tudo foi por água abaixo! Haha. As coisas em casa estão piores do que nunca, na escola, idem, minha viagem de 'férias' foi totalmente torturante e, pra variar, meu pai tem parte em tudo isso que tem acontecido de ruim na minha vida.
Eu tenho certeza absoluta que muita gente, ao ler isso, pensa: 'xii, mimadinha reclamando do papai!', mas eu lhes garanto que nada disso é fruto de mimo... E falar sobre o que ele faz pra me causar tanto desgosto assim seria pura perda de tempo, além de um descarregamento de palavras de baixo calão e ofensas que eu não me orgulharia de deixá-los tomar conhecimento.
Mas, deixando as coisas ruins de lado, eu acho que descobri uma das coisas mais... óbvias da minha vida. Uma coisa que muita gente já tinha me falado, até rido de mim só de me ouvir tentar falar o contrário, e que durante a viagem eu finalmente consegui aceitar. A questão é: eu ainda amo a única pessoa que eu sempre amei de verdade. Eu sei, passei seis meses tentando convencer o mundo - e a mim mesma - do contrário, mas na semana passada, depois de uma informação que não devia ter me causado nada, senão, talvez, curiosidade, eu percebi que o tempo nem sempre é o remédio pra tudo... Afinal, depois de aproximadamente 180 dias (haha, contei!) eu continuo sentindo a mesma coisa! Claro com uma pitada de arrependimento, bastante medo e muita, muita saudade. O fato é que eu digo agora, com mais certeza do que nunca, que eu realmente amo só uma pessoa... sempre amei, e nos últimos dias, talvez tenha começado a amar ainda mais, ou talvez só sinta mais saudade do que jamais me lembro de ter sentido de outra pessoa. Essa pessoa? A mesma de seis meses atrás.. Braian.
E eu juro que se conhecesse palavras boas e fortes o bastante pra expressar o quanto eu me arrependo de ter tomado a decisão mais idiota e egoísta de toda minha vida, eu as diria quantas vezes fosse necessário, apenas pra conseguir mais uma chance, uma última chance de reconquistar a única pessoa que eu acredito ser merecedora de tudo que eu sinto, falo e penso. Mas é estranho como a minha facilidade pra escrever não se aplica aos momentos em que eu mais preciso dela... Mas, como me disse uma querida amiga certa vez: 'são nesses momentos em que as coisas mais sinceras são ditas'. Sem frases polidas e ensaiadas, sem exageros ou qualquer outro tipo de 'fingimento'.
Eu queria poder dizer com uma percentagem mínima de certeza de que tudo o que eu estou disposta a fazer, vai ter algum resultado... Mas não posso. E essa incerteza me dilacera, sem nenhum exagero. É terrível você se pôr a prova, se arriscar tanto por algo que perdeu há tanto tempo, sem poder ver sequer uma possibilidade de que, no fim, tenha êxito. Entretanto, eu acredito que a dúvida é pior do que o medo... E viver com ela seria mil vezes pior do que passar o resto da vida com medo de deixar passar a chance de reconquistar algo que eu tive nas mãos e deixei escapar por pura bobagem.
E a verdade é uma só, incontestável e absoluta: Braian, eu te amo. Eu ainda te amo, apesar do tempo, apesar dos meus erros e apesar da minha infantilidade, eu te amo do mesmo jeito que sempre te amei, de um jeito que eu nunca pude dizer que amo nenhuma outra pessoa no mundo. E espero sinceramente que, independente da sua decisão de me perdoar ou não, você seja imensamente feliz, com quem escolher pra estar do seu lado. Me desculpa por tudo o que eu te fiz, tanto durante quanto depois do nosso namoro... Eu reconheço que não fui digna do seu amor, mas agora eu espero que você possa me perdoar... Não só para voltarmos a ficar juntos, mas principalmente pra eu deixar de me sentir culpada por abrir mão da melhor coisa que já me aconteceu.
Espero que tudo o que eu disse, surta o efeito esperado... Não como uma 'pressão', de jeito nenhum... Mas como um depoimento do quanto eu me arrependo das minhas decisões infantis, do quanto eu espero poder retomar a única certeza que eu já tive, e do quanto eu espero poder ouvir de novo aquele 'eu te amo' com o qual eu me acostumei.
Bom, acho que terminei. Com certeza faltou algo, mas eu prefiro que o principal seja dito pessoalmente... Acho mais bonitinho, haha. Então, beijos à todos.
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sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Poxa, esse mês tá sendo, sem dúvidas, o pior da minha vida. E pensar que tudo começou - e podia ter terminado - numa brincadeira da qual eu nem fiz parte. Eu sei que a minha parte no envolvimento dessa história é bem séria, mas mesmo assim... não tem porquê tudo terminar tão... desse jeito que tá terminando. Ou começando, não sei.
A real é que se existe uma coisa na minha vida da qual eu me arrependo do fundo da alma, é de ter feito parte de uma coisa dessas. Não pela pessoa, principalmente porquê agora eu acredito piamente que tudo que aconteceu pra ela ainda é pouco perto do merecido... Mas não. Eu me arrependo por não ter sido tão esperta quanto me julgam pra perceber o quanto uma merda dessas podia me envolver, e afundar tanta coisa em tão pouco tempo.
Realmente, eu acho que se pudesse voltar atrás e mudar as coisas, eu mudaria. Ficaria bem longe do lugar onde as coisas aconteceram e tal... Sabe, tiraria o meu da reta, como dizem. Não é uma decisão muito corajosa, nem mesmo honrada da minha parte, acredito, mas perto de tudo o que tá acontecendo, acho que seria o mais sensato...
Não que isso me sirva de consolo, mas é como dizem: há males que vem para o bem, e disso tudo que tem acontecido, eu acho que o 'bem' é que eu aprendi que nem todas as brincadeiras que julgo engraçadas, são de fato, engraçadas... E o pior, algumas delas, podem ficar mais sérias do que o esperado. BEM mais sérias do que o esperado.
É... É isso. Sinceramente, eu acho que fora isso, não tem mais nada que eu tenha pra falar, que mereça realmente ser começado. Não que isso seja algo que eu sinta orgulho em falar, mas acredito que é um meio de desabafar. E, mesmo dizendo o contrário, às vezes eu realmente acho que 'botar tudo pra fora' é um bom meio de relaxar. Bmo, que seja. Beijos e boa noite à todos. E torçam por mim! hahaha

domingo, 25 de julho de 2010

Ha, depois de maaais uma vida longe, voltei. XD
E, mano, eu na verdade não tenho mesmo o que escrever... Não tem nada me incomodando o bastante pra eu ter vontade de escrever, e nada bom o bastante pra eu querer contar. Mas eu senti uma vontade DOIDA de vir aqui escrever, então, conforme as idéias forem surgindo, vou colocando-as aqui.
É estranho. Bem estranho... Sabe, ao mesmo tempo em que eu sinto muita alegria por alguma coisa, percebo que isso começa a me fazer mal. Claro, agora tá bem melhor, porque eu consigo me afastar antes que fique pior.. Mas o fato de eu sempre mergulhar sem pensar naquilo que pode me machucar, ainda é algo que eu não consigo mudar. Sei lá, talvez seja uma característica tão marcante na minha personalidade, que não seja possível mudá-la, mas só... controlar, entende? Bom, nem eu enteno, então, sem problemas. A verdade é que eu fico feliz de ser capaz de pelo menos poder controlar esse tipo de coisa... Porque, ultimamente, tem sido a única coisa que eu consigo controlar! haha
Sim, sim... Eu tenho feito taaaaaanta coisa errada, gente! ;O Sabe, não erradas pra valer... Mas no mínimo, perigosas. Tipo, pessoas que antes eu evitava a todo custo passaram a ser constantes na minha vida, outras com que eu não conversava absolutamente nada passaram a ter um significado bem grande pra mim... Enfim, é bem estranho! Eu gosto, mas não deixa de ser estranho!
Outra coisa que NUNCA muda é minha relação com a minha família... É sempre a mesma coisa, a mesma frieza de um para com o outro... Eu não gosto disso, mas meu orgulho não me deixa mudar pra fazer com que isso mude também. É bem complicado, na verdade... Porque dia após dia, eu vejo minha família se distanciando sob o mesmo teto, e não posso fazer nada pra ajudar... E isso faz com que eu me sinta culpada, mesmo quando eu não tenho nem a mínima parcela de culpa nesse caso. Mas, bem, reclamar também não adianta... Talvez tentar fosse uma opção... Mas querer não é poder, então.. o jeito é segurar firme, firme seguir em frente. :)

<3

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Há, voltei. q De novo.
Aaaah, mano, vocês não tem idéia de como eu tô feliz hoje! *-* Sabe, é estranho como as coisas às vezes nos surpreendem! Quando tudo parece péssimo, e de repente, da noite pro dia - literalmente! - tudo fica excelente! É estranho, muito estranho... Mas não é o tipo de coisa pela qual eu vá reclamar... Principalmente porque eu AMEI as mudanças. Sabe, apesar do perigo que isso representa não só pra mim, mas pra todos os que tem parte nisso. @@ A verdade é que... Independente do risco, dessa vez eu quero continuar, ver onde as coisas vão parar! E, realmente, realmente, eu espero que isso tudo que tem me acontecido dê certo. Eu reconheço que as chances de dar errado são IMENSAS, mas as minhas chances de ser feliz dessa vez parecem tão grandes, tão grandes... Que chego a desconfiar do que tá havendo! HUIEHEUIHIUEHE.
Enfim... Que dê certo! Se não der, também... Paciência. Estamos aí pra isso, no fim das contas, não é?

É, estamos. <3>
Chega, gente. Preciso fazer mais coisas. D: Beijos à todos! Comentem. :3

♥

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Oi, de novo. ^^ Desculpa pela demora.. de novo!

Mas eu realmente -REALMENTE- tava correndo esses dias, mas agora voltei e vou tentar recomeçar as postagens. @@ Aquela coisa mala de sempre, mas vou. XD
Well, esse tempo que fiquei fora larguei mão de muita coisa: de amar as pessoas, de fingir retribuir o que eu tinha certeza que não era real.. e agora vou largar mão de tentar desenterrar o passado.
Sabem que hoje eu percebi que mexer no que já tava morto e enterrado é a pior coisa que se pode ser feita. Dar a cara à tapa e tentar concertar coisas que não atrapalham sua rotina, SEMPRE vão causar sofrimento. Como me aconteceu hoje, heh. Não que seja de um todo ruim; eu realmente agradeço por ter acontecido, já que isso me livrou de uma TREMENDA dor de cabeça. É doloroso? Claro. Mas como dizem: há males que vem para bem.
E desse mal, eu reconheci o bem. Recente, com certeza, consideravelmente perigoso, mas... que graça tem no que não oferece risco, hum? ;D E, sinceramente...Estou pouco me lixando agora. XD Do que eu tinha que me livrar já livrei, e agora é só tocar pra frente, cabeça erguida e é isso aí, manolo! [?]
Pronto, acabei, pessoal. q Volto logo pra reclamar por aqui.
Beeeeijos.

sábado, 8 de maio de 2010

~

Yep, de novo. Mais uma reclamação, como não poderia deixar de ser. Eu sei que provavelmente ninguém vai ler e tal, mas pra quem ler, acho que vai ter algo pra se identificar.. A situação, ou o que essa situação causa. A verdade é única e absoluta: ninguém é totalmente incompreendido, ou tem sentimentos únicos. Claro, intensidade e motivos são individuais, mas que todos já se sentiram irados, solitários ou qualquer outra coisa, aah, isso é um fato incontestável! E outra coisa incontestável é a presença daquilo que é forte o bastante para ruir com qualquer pessoa, por mais que esta esteja bem com o mundo e consigo. Seja o que for, sempre há algo que nos derruba com força demais pra deixar qualquer disposição pra querer levantar na mesma hora. Podem ser coisas pequenas ou desastres, mas sempre tem força o bastante pra nos fazer pensar em desistir naquele momento. É impossível dizer que nunca ninguém se sentiu assim, impossível!
Sim, reclamar não ajuda nada, isso é óbvio, mas se não aqui, a vista de desconhecidos e pessoas que eu provavelmente nunca vou ver, aonde o faria? Perto de quem me derruba? Não, decididamente, não. Sempre há uma saída mais fácil, mais perto de onde estamos.. Chegar até ela não é fácil, nunca vai ser. Mas sempre tem um jeito.. O negócio é, mesmo caído, se arrastar pra lá e arranjar forças pra seguir em frente. É isso aí.


P. Vengeance

sexta-feira, 7 de maio de 2010

~

É, minha gente, voltei. E vou tentar deixar de postar besteiras aqui, agora que tenho coisas mais úteis pra escrever. Não realmente úteis, mas pelo menos, mais interessantes do que as que eu já postei. Coisas mais inteligentes, entende?
Enfim, o que eu vou fazer hoje é mais um desabafo, do que qualquer coisa. Um desabafo a respeito de tudo: sentimentos, ações, atitudes e tudo o mais. Começando pelos sentimentos, que é o que me vem primeiro à cabeça. Sabe, aquele tipo de coisa que você não controla, não entende, não quer entender; simplesmente sente. Afinal, como se explicar o que você sente, quando tudo parece confuso até para nós mesmos? As dores que sentimos, as sensações que temos apenas no ato de pensar em determinada pessoa, ou vê-la, mesmo que por uma foto... Existem coisas que não devem ser explicadas. Coisas como o amor, o ódio, ou a amizade. São coisas que precisam apenas existir, e o resto virá conforme for preciso; quem precisar entender, haverá de entender cedo ou tarde. A dor, entretanto, não é quando o sentimento não é entendido. O que machuca, é saber que quem sabe, não se importa, faz-se de desentendido perante algo que lhe é reservado por alguém... Isso sim, machuca. Saber que tudo acaba em nada tão depressa quanto começou..
E o pior, é saber que parte do que quer que tenha causado essa vontade de fazer-se alheio aos sentimentos alheios, é culpa sua; da hipocresia, do orgulho, de qualquer coisa que seja ruim o bastante para ser considerada culpada. E junto disso vem a culpa, o desespero de perceber que pode não haver um retorno. Isso apenas prolonga a dor do erro, do sentimento que foi massacrado. Não há nem como se explicar o quanto dói saber que um simples segundo para pensar antes de agir, poderia ter salvado tanta coisa importante... Mas o que se pode fazer, quando esse segundo passou, o ato já foi feito e que são pouquíssimas, senão inexistentes as chances de se refazer o que um piscar de olhos destruiu.

O que há de se fazer se tudo de errado aconteceu na hora errada, e o que era preciso, nunca passou de teoria? O que fazer quando tudo parece cada vez mais perto de nunca mais ter conserto, apesar de seus esforços? Pois bem, surpresa: Não há o que se fazer! Não há salvação, senão deixar que tudo se resolva por conta própria; existem situações em que qualquer intervenção é perigosa, arriscada demais para ser eficaz. Tudo o que resta é deixar que o tempo dê seu jeito. Haja o que houver, a dor foi sentida, o erro foi cometido e o que havia de ser feito, já foi. O que nos resta fazer, é apenas nos conformarmos com a humanidade que não permite a perfeição.