Boa noite.
Gente, pelo amor de Deus, alguém me explica como o brasileiro pode ser tão imensamente filho da puta. Gente, é inacreditável! Pra onde quer que você olhe, seja internet, jornais, telejornais, rádio, TUDO, qualquer lugar dentro e fora do país só fala da situação das regiões afetadas pela chuva. E quando eu entro no Twitter, o que eu vejo nos TT's? Um bando de gente falando sobre ZODÍACO!
Gente, por favor! O que signos ou qualquer coisa relacionada à isso tem de mais importante do que gente morrendo, gente perdendo família, gente perdendo casa que levou a vida toda pra construir? Como pode uma raça ser tão egoísta, tão cega pras necessidades alheias como o brasileiro é? Eu ainda me nego a acreditar que exista gente que senta a bunda na frente do computador e não se interessa em saber o que tá acontecendo no próprio país. É ridículo pensar numa coisa dessas... É desumano!
Eu queria mesmo ter palavras pra expressar de verdade tudo o que tá me sufocando agora. Eu assisti no Jornal Nacional o vídeo de uma senhora que ficou presa numa varanda que tava prestes a demoronar. O vizinho ao lado, que estava num prédio, jogou uma corda pra senhora amarrar na cintura. Ela o fez, e enquanto segurava a corda com uma mão, na outra ela levava um cachorrinho vira-latas. Ela pulou pra não ser soterrada, mas a enxurrada levou o cachorro. Ela se salvou.
Agora para e pensa: ela se arriscou pra tentar salvar o cachorro; ela podia ter morrido por não ter se segurado com força o bastante, pensando em salvar um animal. E enquanto isso, um bando de mimadinhos pensa: 'antes com ela do que comigo'. Como pode existir pessoas tão extremas assim umas às outras? Por que acontece isso? Soa tão injusto, né? Pois é....
Sem mais.
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Boa tarde, gente linda! HAUHEAU
Espero que todos estejam de tão bom humor quanto eu hoje.. Mesmo que sem motivo, como eu.Não sei se repararam, mas grande parte das vezes que eu estou de bom humor, não existe um motivo. Ou talvez exista, mas tão pequeno, que eu mal sou capaz de notar. E isso, quando paro para pensar, é uma coisa boa! Significa, pra mim, que não preciso de mais do que eu tenho para ser feliz. Como eu já disse algumas vezes aqui mesmo, minha vida não é nenhum mar de rosas, e eu não espero que um dia seja; ninguém pode ser 100% feliz, e eu não tenho motivos para penar, ou sequer esperar, que eu seja uma exceção à essa regra.
Ah, gente, hoje me acnoteceu uma coisa curiosa. Eu estava tomando meu café da manhã - com um excelente bolo de chocolate que eu fiz e um copo de leite imenso ao lado - enquanto assistia Friends, aquela série dos seis amigos, que todo mundo já assistiu pelo menos uma vez na vida, e sabe com quem eu me identifiquei de lá? Com a Rachel! Claro, não na aparência física - eu seria imensamente feliz se me parecesse com ela! HAHA. Mas é, eu me vi nela, pelo menos na situação apresentada no episódio que eu assisti. Era mais ou menos assim: Ela tinha terminado com o Ross, e estava 'paquerando' (créditos à minha avó, que me ensinou o significado dessa palavra <3 ) um outro rapaz. Depois de muitas idas e vindas, uma descoberta muito fofa, ainda que humilhante pro Ross, eles reatam numa cena super linda! E sabe o motivo de eu ter me visto nessa cena? Porque eu sei que, no fundo, o que eu estou fazendo, é o mesmo que a Rachel faz com o Ross: ela o ama, isso fica evidente em todos os episódios, e mesmo quando não estão juntos, um é para o outro o chão, o ar e tudo... simplesmente tudo. É estranho, eu não sei explicar direito. Mas eu gostei. Enfim... Não sei se entenderam, mas espero que sim. Eu tentei explicar. E agora, como já não tenho mais o que falar, vou retirar-me. Que post curto, não gosto disso... Mas tudo bem. Talvez eu volte ainda hoje, ou semana que vem....
Bom, no pior dos casos, um feliz Natal para todos, e um excelente ano novo. Felicidades e realizações à todos vocês. <3
Espero que todos estejam de tão bom humor quanto eu hoje.. Mesmo que sem motivo, como eu.Não sei se repararam, mas grande parte das vezes que eu estou de bom humor, não existe um motivo. Ou talvez exista, mas tão pequeno, que eu mal sou capaz de notar. E isso, quando paro para pensar, é uma coisa boa! Significa, pra mim, que não preciso de mais do que eu tenho para ser feliz. Como eu já disse algumas vezes aqui mesmo, minha vida não é nenhum mar de rosas, e eu não espero que um dia seja; ninguém pode ser 100% feliz, e eu não tenho motivos para penar, ou sequer esperar, que eu seja uma exceção à essa regra.
Ah, gente, hoje me acnoteceu uma coisa curiosa. Eu estava tomando meu café da manhã - com um excelente bolo de chocolate que eu fiz e um copo de leite imenso ao lado - enquanto assistia Friends, aquela série dos seis amigos, que todo mundo já assistiu pelo menos uma vez na vida, e sabe com quem eu me identifiquei de lá? Com a Rachel! Claro, não na aparência física - eu seria imensamente feliz se me parecesse com ela! HAHA. Mas é, eu me vi nela, pelo menos na situação apresentada no episódio que eu assisti. Era mais ou menos assim: Ela tinha terminado com o Ross, e estava 'paquerando' (créditos à minha avó, que me ensinou o significado dessa palavra <3 ) um outro rapaz. Depois de muitas idas e vindas, uma descoberta muito fofa, ainda que humilhante pro Ross, eles reatam numa cena super linda! E sabe o motivo de eu ter me visto nessa cena? Porque eu sei que, no fundo, o que eu estou fazendo, é o mesmo que a Rachel faz com o Ross: ela o ama, isso fica evidente em todos os episódios, e mesmo quando não estão juntos, um é para o outro o chão, o ar e tudo... simplesmente tudo. É estranho, eu não sei explicar direito. Mas eu gostei. Enfim... Não sei se entenderam, mas espero que sim. Eu tentei explicar. E agora, como já não tenho mais o que falar, vou retirar-me. Que post curto, não gosto disso... Mas tudo bem. Talvez eu volte ainda hoje, ou semana que vem....
Bom, no pior dos casos, um feliz Natal para todos, e um excelente ano novo. Felicidades e realizações à todos vocês. <3
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Boa noite!
Primeiramente, gostaria que todos tomasse nota de que essa é a primeira vez, desde que eu criei o blog, em que faço postagens dois dias seguidos! É um progresso, espero eu! hahaha
Mas enfim, eu acordei de bom humor hoje. O que isso importa? Não faço idéia. Mas eu acho que felicidade sempre deve ser compartilhada, ainda que, para muitos, seu motivo real seja um mistério. E talvez realmente não haja um motivo para eu ter acordado assim hoje... Pode ser que simplesmente tenha sido e ponto. É estranho, mas como muitos de vocês já sabem, grande parte das coisas que eu escrevo, digo, falo e penso o são... Não que eu ligue, mas acho importante dar-lhes ciencia; não quero causar sustos, nem possíveis surpresas desagradáveis.
O que me trouxe a escrever aqui hoje foi uma frase de uma conhecida que vi num perfil do Orkut.com. Ela é exatamente assim: "Desde o dia em que você apareceu, o resto do mundo se tornou totalmente desnecessário". Bonita, não é? Também achei. Real? Talvez... Depende do ponto de vista de que se encara o que está escrito. A frase acima foi dedicada ao namorado dessa conhecida e, mesmo sem conhecer o tal namorado, eu me identifiquei com a frase, de um modo geral. Não sei explicar o motivo, mas o meu último post talvez dê uma idéia bem sólida do motivo, ainda que para muitos não signifique nada além de linhas soltar no meio a web.
O fato é que apenas quem ama pode entender certas coisas. Não há explicação racional que possa transcrever, falar ou expor o amor em sua real forma... Talvez por ser este um sentimento único à cada um, ou por ser simplesmente inexplicável! Como vamos saber, não é? Alguns de nós buscam a resposta incansávelmente. Outros, como eu, apenas sentem, sem se preocupar com o que possa significar. Eu creio que essa seja a 'magia' do amor: sentir, sem saber exatamente o que... Só sabendo que é bom, muito bom.
Muitas pessoas passam boa parte da vida sem conhecer alguém para amar de verdade, e, felizmente - ou não - eu não sou uma dessas pessoas. Eu acabei com a minha chance de reatar um amor quando tive chance, mas eu não acabei com o sentimento. Eu sintoq ue ele ainda arde em mim como sempre ardeu, talvez até mais agora. Sim, eu acredito, apenas agora, que o ser humano é egoísta demais para dar valor ao que tem, até que isso vá embora e mostre quanta falta pode fazer.
Mas eu sou grata. Por ter sofrido, por ter amado, por ainda ser capaz de sentir saudades. Isso faz de mim mais humana do que eu poderia me considerar, tendo em vista todo o resto de mim... A parte que sente raiva, dúvidas e ressentimentos. Eu sou grata por não ser perfeita e por não me enganar pensando o contrário... Eu sou infinitamente grata por tudo o que esse amor me proporcionou, de verdade. Não vou mancionar nomes... Acho isso tolice, principalmente porque a única pessoa que merece essas palavras, saberá que cada letra aqui foi digitada pensando nela. Não me entendam mal, por favor: não é que eu não me importe com os demais que possam vir a ler minhas postagens... Mas creio que dá pra entender o que quero dizer, não é? Como dizem: Para bom entendedor, meia palavra basta. Se meu amor for ainda o bom entendedor que eu conheci outrora, vai saber que tudo o que eu escrevo aqui, desde muito tempo, diz respeito à Ele, sem que, para isso, eu precise nomeá-lo.
Bom, acho que não tenho mais o que escrever. O que era para ser uma postagem descontraída, talvez divertida, virou mais uma declaração escondida, como sempre, ahaha. Enfim, obrigada por lerem. Passem bem.
Primeiramente, gostaria que todos tomasse nota de que essa é a primeira vez, desde que eu criei o blog, em que faço postagens dois dias seguidos! É um progresso, espero eu! hahaha
Mas enfim, eu acordei de bom humor hoje. O que isso importa? Não faço idéia. Mas eu acho que felicidade sempre deve ser compartilhada, ainda que, para muitos, seu motivo real seja um mistério. E talvez realmente não haja um motivo para eu ter acordado assim hoje... Pode ser que simplesmente tenha sido e ponto. É estranho, mas como muitos de vocês já sabem, grande parte das coisas que eu escrevo, digo, falo e penso o são... Não que eu ligue, mas acho importante dar-lhes ciencia; não quero causar sustos, nem possíveis surpresas desagradáveis.
O que me trouxe a escrever aqui hoje foi uma frase de uma conhecida que vi num perfil do Orkut.com. Ela é exatamente assim: "Desde o dia em que você apareceu, o resto do mundo se tornou totalmente desnecessário". Bonita, não é? Também achei. Real? Talvez... Depende do ponto de vista de que se encara o que está escrito. A frase acima foi dedicada ao namorado dessa conhecida e, mesmo sem conhecer o tal namorado, eu me identifiquei com a frase, de um modo geral. Não sei explicar o motivo, mas o meu último post talvez dê uma idéia bem sólida do motivo, ainda que para muitos não signifique nada além de linhas soltar no meio a web.
O fato é que apenas quem ama pode entender certas coisas. Não há explicação racional que possa transcrever, falar ou expor o amor em sua real forma... Talvez por ser este um sentimento único à cada um, ou por ser simplesmente inexplicável! Como vamos saber, não é? Alguns de nós buscam a resposta incansávelmente. Outros, como eu, apenas sentem, sem se preocupar com o que possa significar. Eu creio que essa seja a 'magia' do amor: sentir, sem saber exatamente o que... Só sabendo que é bom, muito bom.
Muitas pessoas passam boa parte da vida sem conhecer alguém para amar de verdade, e, felizmente - ou não - eu não sou uma dessas pessoas. Eu acabei com a minha chance de reatar um amor quando tive chance, mas eu não acabei com o sentimento. Eu sintoq ue ele ainda arde em mim como sempre ardeu, talvez até mais agora. Sim, eu acredito, apenas agora, que o ser humano é egoísta demais para dar valor ao que tem, até que isso vá embora e mostre quanta falta pode fazer.
Mas eu sou grata. Por ter sofrido, por ter amado, por ainda ser capaz de sentir saudades. Isso faz de mim mais humana do que eu poderia me considerar, tendo em vista todo o resto de mim... A parte que sente raiva, dúvidas e ressentimentos. Eu sou grata por não ser perfeita e por não me enganar pensando o contrário... Eu sou infinitamente grata por tudo o que esse amor me proporcionou, de verdade. Não vou mancionar nomes... Acho isso tolice, principalmente porque a única pessoa que merece essas palavras, saberá que cada letra aqui foi digitada pensando nela. Não me entendam mal, por favor: não é que eu não me importe com os demais que possam vir a ler minhas postagens... Mas creio que dá pra entender o que quero dizer, não é? Como dizem: Para bom entendedor, meia palavra basta. Se meu amor for ainda o bom entendedor que eu conheci outrora, vai saber que tudo o que eu escrevo aqui, desde muito tempo, diz respeito à Ele, sem que, para isso, eu precise nomeá-lo.
Bom, acho que não tenho mais o que escrever. O que era para ser uma postagem descontraída, talvez divertida, virou mais uma declaração escondida, como sempre, ahaha. Enfim, obrigada por lerem. Passem bem.
domingo, 12 de dezembro de 2010
~
Boa tarde. Hoje eu não tenho um motivo de verdade pra escrever, mas me deu bastante vontade de voltar aqui... Principalmente porque tem bastante tempo que não posto nada, então... De qualquer jeito, a primeira frase do que vem a seguir foi algo que eu pensei hoje pela manhã, ouvindo "Fiction", do Avenged Sevenfold. <3
" Eu tive um amor de verdade. Eu tive um amor que durou mais do que eu esperava, e menos do que eu gostaria que durasse, quando paro para pensar atualmente. Esse amor me ensinou coisas novas, me fez abandonar velhos hábitos ruins e me fez amadurecer tudo o que eu nunca tinha amadurecido em dezesseis anos. Esse amor me mostrou coisas que eu nunca esperei ser capaz de ver, me fez rir nas piores horas e me emocionar, tornar cada simples momento em uma situação importante, única.
Esse amor me fez feliz, e mesmo depois do fim, me deixou com essa dádiva: perceber a felicidade alheia e, se possível, fazê-la minha também, simplesmente por ser importante pra quem é importante pra mim. Eu não sei explicar como. De verdade. E acho que mesmo que pudesse, ou tivesse vontade de tentar, eu me faria parar antes de conseguir. Pra quê ?Por quê? Tudo o que eu vivi, tudo o que esse amor me fez viver e viveu comigo, pertenceu e sempre nos pertencerá, exclusivamente. Não por sermos egoístas ou algo assim... Mas simplesmente por termos presenciado tanto amor assim. Claro, isso eu falo por mim, foi o que eu senti, pude perceber nesse tempo em que amei... E talvez sinta até hoje.
Se sou feliz sem esse amor? Sim, eu sou. Extremamente feliz, em todos os aspectos; menos nesse: no amor. Esse amor em especial que me fez suspirar, chamar e chorar por tantas emoções juntas. Não deixa de ser uma confusão aos que não conhecem o amor, e talvez até para os que o conheçam, mas eu entendo... E tenho certeza de que, se meu amor lesse, entenderia também. Afinal, foi o que vivemos. Foi o nosso relacionamento, tudo nosso. E... eu não sei, tenho tanto pra escrever, mas as palavras não me ocorrem. Detesto isso, de verdade. Eu queria poder expressar aqui cada sentimento que me ocorre, transcrever aqui todo o arrependimento das lágrimas, toda a dor que pode caber em um suspiro... Mas não consigo. Só posso me limitar a deixar que meus dedos ajam por mim, que teclem cada vez mais rápido e sem rumo, sem minha ordem ou permissão. O que sair daqui terá de bastar pra mim, ou pra quem leia... Mas nunca para Ele. Porque eu ainda tenho dentro de mim a sensação de que nada nesse mundo, nem toda felicidade que se possa imaginar, seria o bastante para o meu amor. Talvez isso seja coisa de quem ama... Ou de que não se ama. Eu não saberia dizer.
Chega a doer segurar a vontade de chorar por tanto tempo... Eu não gosto de sucumbir às lágrimas, principalmente quando o que me leva a querer fazê-lo, são meus erros... Mas e quando esse erro nos faz arrepender amargamente, como se fosse a decisão mais estúpida, egoísta e infantil que há na face da Terra, e a tomamos sem pensar? O que fazer quando cada célula do nosso corpo parece nos consumir aos poucos, como um castigo por sermos ignorantes, ingênuos... humanos demais num mundo tão deteriorado pela própria raça que hospeda? É confuso pensarmos assim, em nós mesmos como os tolos e culpados por nossas dores, mas é como eu me sinto... É como eu me sinto desde que perdi meu amor por culpa única e exclusivamente minha.
Eu queria poder crer que consertar esse erro é uma opção, mas não posso. Eu quis acreditar que o tempo não passou, quis voltar atrás, pura e simplesmente... Mas não pude. Eu tentei, juro que tentei. Fiz o que estava ao meu alcance, mas falhei miseravelmente. E confesso que agora, se me perguntarem, eu não saberia o que fazer para reconquistar toda a felicidade que tive num amor. Mas eu ainda tento, sempre vou tentar. Como? Eu espero. O Amor sempre espera, independente de quanto tempo passe. O Amor perdoa; não esquece, mas releva simplesmente por ser o Amor. E eu vou esperar. Vou esperar até que tudo volte a ser como foi quando eu podia chamar meu amor por esse nome, sem vergonha ou medo. Afinal...
... amor de verdade, só uma vez na vida. "
" Eu tive um amor de verdade. Eu tive um amor que durou mais do que eu esperava, e menos do que eu gostaria que durasse, quando paro para pensar atualmente. Esse amor me ensinou coisas novas, me fez abandonar velhos hábitos ruins e me fez amadurecer tudo o que eu nunca tinha amadurecido em dezesseis anos. Esse amor me mostrou coisas que eu nunca esperei ser capaz de ver, me fez rir nas piores horas e me emocionar, tornar cada simples momento em uma situação importante, única.
Esse amor me fez feliz, e mesmo depois do fim, me deixou com essa dádiva: perceber a felicidade alheia e, se possível, fazê-la minha também, simplesmente por ser importante pra quem é importante pra mim. Eu não sei explicar como. De verdade. E acho que mesmo que pudesse, ou tivesse vontade de tentar, eu me faria parar antes de conseguir. Pra quê ?Por quê? Tudo o que eu vivi, tudo o que esse amor me fez viver e viveu comigo, pertenceu e sempre nos pertencerá, exclusivamente. Não por sermos egoístas ou algo assim... Mas simplesmente por termos presenciado tanto amor assim. Claro, isso eu falo por mim, foi o que eu senti, pude perceber nesse tempo em que amei... E talvez sinta até hoje.
Se sou feliz sem esse amor? Sim, eu sou. Extremamente feliz, em todos os aspectos; menos nesse: no amor. Esse amor em especial que me fez suspirar, chamar e chorar por tantas emoções juntas. Não deixa de ser uma confusão aos que não conhecem o amor, e talvez até para os que o conheçam, mas eu entendo... E tenho certeza de que, se meu amor lesse, entenderia também. Afinal, foi o que vivemos. Foi o nosso relacionamento, tudo nosso. E... eu não sei, tenho tanto pra escrever, mas as palavras não me ocorrem. Detesto isso, de verdade. Eu queria poder expressar aqui cada sentimento que me ocorre, transcrever aqui todo o arrependimento das lágrimas, toda a dor que pode caber em um suspiro... Mas não consigo. Só posso me limitar a deixar que meus dedos ajam por mim, que teclem cada vez mais rápido e sem rumo, sem minha ordem ou permissão. O que sair daqui terá de bastar pra mim, ou pra quem leia... Mas nunca para Ele. Porque eu ainda tenho dentro de mim a sensação de que nada nesse mundo, nem toda felicidade que se possa imaginar, seria o bastante para o meu amor. Talvez isso seja coisa de quem ama... Ou de que não se ama. Eu não saberia dizer.
Chega a doer segurar a vontade de chorar por tanto tempo... Eu não gosto de sucumbir às lágrimas, principalmente quando o que me leva a querer fazê-lo, são meus erros... Mas e quando esse erro nos faz arrepender amargamente, como se fosse a decisão mais estúpida, egoísta e infantil que há na face da Terra, e a tomamos sem pensar? O que fazer quando cada célula do nosso corpo parece nos consumir aos poucos, como um castigo por sermos ignorantes, ingênuos... humanos demais num mundo tão deteriorado pela própria raça que hospeda? É confuso pensarmos assim, em nós mesmos como os tolos e culpados por nossas dores, mas é como eu me sinto... É como eu me sinto desde que perdi meu amor por culpa única e exclusivamente minha.
Eu queria poder crer que consertar esse erro é uma opção, mas não posso. Eu quis acreditar que o tempo não passou, quis voltar atrás, pura e simplesmente... Mas não pude. Eu tentei, juro que tentei. Fiz o que estava ao meu alcance, mas falhei miseravelmente. E confesso que agora, se me perguntarem, eu não saberia o que fazer para reconquistar toda a felicidade que tive num amor. Mas eu ainda tento, sempre vou tentar. Como? Eu espero. O Amor sempre espera, independente de quanto tempo passe. O Amor perdoa; não esquece, mas releva simplesmente por ser o Amor. E eu vou esperar. Vou esperar até que tudo volte a ser como foi quando eu podia chamar meu amor por esse nome, sem vergonha ou medo. Afinal...
... amor de verdade, só uma vez na vida. "
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Boa tarde, gente!
Nossa, hoje eu posso dizer que estou excepcionalmente feliz! O que é estranho, considerando que tenho N motivos pra dizer que estou péssima, totalmente pra baixo... Não que eu esteja reclamando, muito pelo contrário. Eu adoro isso, essas minhas voltas malucas de humor (claro, quando ele fica lá no alto, hahaha!) É claro que eu posso estar errada, mas eu estou atribuindo - pelo menos por enquanto - essas minhas mudanças no ânimo à mudança à qual me referi no último post. Pode não ser, mas eu prefiro acreditar que seja... Isso me convence de que não sou nenhuma maluca bipolar. hahahaha!
Enfim, deixe-me narrar-lhes o que se passou comigo hoje. Não sei o motivo ao certo, mas a minha sala na escola agiu como se hoje fosse o último dia de aula: ninguém fez absolutamente nada, todos ficaram andando pela sala e pelos corredores da escola e presenciamos uma briga TERRIVELMENTE SANGRENTA no corredor (Fiquei irada de ver aquele meliante batendo no Lucky, mesmo sem conhecê-lo! Confesso que pela primeira vez na vida me senti tentada a comprar uma briga que não era minha, só pra derrubar o maldito injusto que o encheu de socos!), vimos o César desfilando de vestido e peruca pela escola toda e todos, pelo menos da minha sala, estavam num clima deliciosamente pré-despedida. Não sei explicar, mas mesmo não tendo amizade com a sala toda, eu trago comigo lembranças de cada um de lá de dentro: seja boa ou ruim, triste ou feliz, não importa! Cada um lá deixou comigo uma marca, mesmo que pequena, desses três anos que ficamos juntos, e alguns, que conheci ainda esse ano, mas que já tem um significado indescritível pra mim. Claro, há exceções: há algumas pessoas lá cujas únicas lembranças que eu tenho são pontuadas por uma raiva que eu não me atrevo a mencionar, mas a grande maioria eu com certeza vou ter pra sempre comigo.
Pode parecer clichê, dito assim, num Blog que a maioria da turma nunca vai ver... Mas eu acho que só eu vou entender o quanto aquele bando de doidos vai me fazer falta! haha!
Vou sentir falta dos meninos que tanto me enchem o saco e xingam ( "Auuu, menina do mata-leão!" hahaha ), das meninas histéricas que me chamam por cada mínima coisa que lhes ocorra ("Pauliiiiinha, corre aqui!" ) e até da outra porção da sala, que me vê como uma homicida maluca, cheia de piercings e prestes a aloprar a sair por aí matando a escola! hahahaha
E por que não dizer que os professores vão me fazer falta? A Neusa, com suas fórmulas malucas, sempre tão insistente em enfiar tudo na nossa cabeça... A Vânia e sua incansável batalha para nos ensinar sobre clássicos que metade de nós nunca lerá, se puder evitar... E, claro, a nossa querida Marina, cujas viagens, piadas e xingos jamais serão esquecidos por ninguém da sala! E... para o caso de corrermos o risco de perder nossas cabeças - hahaha - a Célia, nossa Diretora, tão pulso firme, mas ao mesmo tempo, tão paciente, tranquilizadora e amável. Chega a ser estranho falar disso num blog, mas eu acho que aqui, melhor do que qualquer lugar, há uma chance de alguém ler. Pode soar como uma baita 'puxassaquice', e talvez até seja, mas porquê não, depois de três anos, fazer uma homenagem como essa? É simples, de fato, mas eu espero - por mim e pelos outros 40 alunos da minha sala - que seja o bastante para mostrar a todas as citadas acima e aos que não foram citados, mas decididamente marcaram nossas vidas, o quanto somos agradecidos por ter nos conhecido e passado muito ou pouco tempo nos suportando! Sei que não é fácil - eu mesma quase sucumbi à loucura da sala muitas vezes - mas todo o corpo docente se mostrou paciente e incrivelmente... heróico, perto de tudo que aprontamos! hahaha
Muuuito obrigada à todos os professores, à toda a equipe da escola e, principalmente, à turma B: aos que fizeram parte do primeiro, segundo e terceiro ano B do Moraes Salles! Vocês sem dúvida serão ETERNOS pra mim!
Beijos e abraços à todos.![]() |
| A turma toooooda! Vão fazer falta. |
![]() |
| César, vestido pra matar. |
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Boa tarde!
Antes de tudo, eu tenho que me convencer de que preciso postar aqui com mais frequencia, haha. Se eu disse que é por falta de tempo, estarei mentido descarada e desavergonhadamente. Mas ao mesmo tempo, não posso dizer o motivo de eu não fazê-lo; talvez por deixar a cabeça sempre tão cheia de coisas... fúteis - sim, é essa a palavra - que acabo me esquecendo de coisas tão básicas. Não que eu acredite que o Blog seja tããão importante assim... Mas creio que 60% das coisas que ocupam minha mente boa parte do dia são menos ainda do que as postagens.
E reparem que eu escrevi, escrevi e até agora não disse nada. Talvez isso seja por não ter o que falar, ou por não conseguir falar o que preciso. A questão é que, ultimamente, minha vida tem dado uma reviravoltas muito complexas pra que eu entenda, ou sequer acompanhe; às vezes eu me pego pensando em coisas pequenas demais, quando tudo o que eu vejo quando olho pra frente, é grande demais... Talvez, grande demais até pra que eu consiga dar conta. Eu sei que preciso de ajuda, mas, como eu disse pra um querido amigo recém-feito - haha - eu acho que sou simplesmente orgulhosa e arrogante demais pra 'dar o braço à torcer'. E isso me frustra de um jeito que eu não consigo explicar e me sufoca de um jeito... inenarrável.
Sinceramente, não sei porquê às vezes sinto isso... Tudo tem estado tão bem de umas semanas pra cá! Claro, nenhum mar de rosas, e eu nunca esperaria algo assim, mas decididamente, tenho estado mais feliz do que fui nos últimos meses... Talvez parte disso seja graças às amizades que refiz e àquelas que cortei... Ou seja graças ao fato de, pela primeira vez em meses, eu estar realmente gostando de alguém, ou simplesmente por eu ter me livrado de um amor que deixou de existir há tempos. Eu quebrei as algemas que me prendiam, me acertei naquilo que por tanto tempo errei, e agora, no ápice da felicidade, me vejo pensando em coisas que me confundem terrívelmente. Pode ser que eu esteja simplesmente crescendo rápido demais, e isso me assusta - não nego que até hoje me considero uma criança!
E se me perguntarem, nesse exato instante, eu não saberia responder se essa confusão toda me beneficía ou não. Claro, como tudo na vida, tem seus lados bons e os ruins. A confusão como um todo é uma droga! É como estar andando por um lugar conhecido e de repente, tudo se apaga e uma mão começa a te girar, girar, girar... até todo seu senso de direção ir para o espaço. Mas essa mesma confusão que tolda os olhos, te faz descobrir novos caminhos, novas pessoas... E, por que não dizer, novos amores?
Sim, porque nessa minha 'mudança' nova, eu descobri que ainda posso amar, me livrar de tudo aquilo que, de tão bem, acabou me fazendo mal aos poucos... Mal à ponto de eu pensar em mil maneiras diferentes de fazer a dor acabar. E, te contar: eu tinha mesmo me esquecido de como é bom gostar de alguém... Tinha esquecido de como era sorrir só de ver um sorriso, ou sentir aquela cambalhota do estômago quando se recebe um abraço, ou um simples beijo no rosto. Esse 'gostar' me trouxe de brinde a capacidade de medir meus sentimentos. Eu aprendi a não amar, mas gostar o bastante pra querer o bem alheio; aprendi a não chorar perante a dor, mas sorrir a cada simples motivo que me apresente determinada pessoa... Eu confesso que tudo isso de uma vez me deixa perdida, mas eu não tenho pressa... Pelo menos, não mais.
Eu reconheço que sou uma outra pessoa. Isso me fez perder pessoas que eu considerava importantes, mas me fez ganhar outra que eu nunca imaginei que pudessem me fazer tão bem quanto agora fazem; me fez criar um vínculo mais forte com as pessoas que me rodeiam e que eu tenho certeza absoluta de que são as mais importantes do mundo pra mim, insubstituíveis; me fez reconhecer a felicidade alheia, e comemorá-la como minha própria. Eu acho que posso dizer que, hoje, sou uma pessoa melhor. E espero melhorar a cada dia, evoluindo e deixando para trás velhos hábitos, vícios e trajeitos. Afinal, isso é parte da vida, não é?
Pois bem, era isso que tinha a dizer. Espero que, de tudo, pelo menos um pouquinho, tenha sido útil a quem lê... Senão... paciência, acho. Beijos e abraços a todos. E obrigada aos que tem participado dessa minha mudança tão ativamente quanto eu mesma.
Antes de tudo, eu tenho que me convencer de que preciso postar aqui com mais frequencia, haha. Se eu disse que é por falta de tempo, estarei mentido descarada e desavergonhadamente. Mas ao mesmo tempo, não posso dizer o motivo de eu não fazê-lo; talvez por deixar a cabeça sempre tão cheia de coisas... fúteis - sim, é essa a palavra - que acabo me esquecendo de coisas tão básicas. Não que eu acredite que o Blog seja tããão importante assim... Mas creio que 60% das coisas que ocupam minha mente boa parte do dia são menos ainda do que as postagens.
E reparem que eu escrevi, escrevi e até agora não disse nada. Talvez isso seja por não ter o que falar, ou por não conseguir falar o que preciso. A questão é que, ultimamente, minha vida tem dado uma reviravoltas muito complexas pra que eu entenda, ou sequer acompanhe; às vezes eu me pego pensando em coisas pequenas demais, quando tudo o que eu vejo quando olho pra frente, é grande demais... Talvez, grande demais até pra que eu consiga dar conta. Eu sei que preciso de ajuda, mas, como eu disse pra um querido amigo recém-feito - haha - eu acho que sou simplesmente orgulhosa e arrogante demais pra 'dar o braço à torcer'. E isso me frustra de um jeito que eu não consigo explicar e me sufoca de um jeito... inenarrável.
Sinceramente, não sei porquê às vezes sinto isso... Tudo tem estado tão bem de umas semanas pra cá! Claro, nenhum mar de rosas, e eu nunca esperaria algo assim, mas decididamente, tenho estado mais feliz do que fui nos últimos meses... Talvez parte disso seja graças às amizades que refiz e àquelas que cortei... Ou seja graças ao fato de, pela primeira vez em meses, eu estar realmente gostando de alguém, ou simplesmente por eu ter me livrado de um amor que deixou de existir há tempos. Eu quebrei as algemas que me prendiam, me acertei naquilo que por tanto tempo errei, e agora, no ápice da felicidade, me vejo pensando em coisas que me confundem terrívelmente. Pode ser que eu esteja simplesmente crescendo rápido demais, e isso me assusta - não nego que até hoje me considero uma criança!
E se me perguntarem, nesse exato instante, eu não saberia responder se essa confusão toda me beneficía ou não. Claro, como tudo na vida, tem seus lados bons e os ruins. A confusão como um todo é uma droga! É como estar andando por um lugar conhecido e de repente, tudo se apaga e uma mão começa a te girar, girar, girar... até todo seu senso de direção ir para o espaço. Mas essa mesma confusão que tolda os olhos, te faz descobrir novos caminhos, novas pessoas... E, por que não dizer, novos amores?
Sim, porque nessa minha 'mudança' nova, eu descobri que ainda posso amar, me livrar de tudo aquilo que, de tão bem, acabou me fazendo mal aos poucos... Mal à ponto de eu pensar em mil maneiras diferentes de fazer a dor acabar. E, te contar: eu tinha mesmo me esquecido de como é bom gostar de alguém... Tinha esquecido de como era sorrir só de ver um sorriso, ou sentir aquela cambalhota do estômago quando se recebe um abraço, ou um simples beijo no rosto. Esse 'gostar' me trouxe de brinde a capacidade de medir meus sentimentos. Eu aprendi a não amar, mas gostar o bastante pra querer o bem alheio; aprendi a não chorar perante a dor, mas sorrir a cada simples motivo que me apresente determinada pessoa... Eu confesso que tudo isso de uma vez me deixa perdida, mas eu não tenho pressa... Pelo menos, não mais.
Eu reconheço que sou uma outra pessoa. Isso me fez perder pessoas que eu considerava importantes, mas me fez ganhar outra que eu nunca imaginei que pudessem me fazer tão bem quanto agora fazem; me fez criar um vínculo mais forte com as pessoas que me rodeiam e que eu tenho certeza absoluta de que são as mais importantes do mundo pra mim, insubstituíveis; me fez reconhecer a felicidade alheia, e comemorá-la como minha própria. Eu acho que posso dizer que, hoje, sou uma pessoa melhor. E espero melhorar a cada dia, evoluindo e deixando para trás velhos hábitos, vícios e trajeitos. Afinal, isso é parte da vida, não é?
Pois bem, era isso que tinha a dizer. Espero que, de tudo, pelo menos um pouquinho, tenha sido útil a quem lê... Senão... paciência, acho. Beijos e abraços a todos. E obrigada aos que tem participado dessa minha mudança tão ativamente quanto eu mesma.
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Boa noite, pessoal!
Gente, eu realmente acreditei que, quando setembro acabasse, as coisas melhorariam um pouquinho pra mim. Claro, não vou ser piegas de dizer que tá tudo na mesma... Uma única coisa aconteceu de boa, sobre aquele problema que mencionei no post anterior, mas de resto... Tudo foi por água abaixo! Haha. As coisas em casa estão piores do que nunca, na escola, idem, minha viagem de 'férias' foi totalmente torturante e, pra variar, meu pai tem parte em tudo isso que tem acontecido de ruim na minha vida.
Eu tenho certeza absoluta que muita gente, ao ler isso, pensa: 'xii, mimadinha reclamando do papai!', mas eu lhes garanto que nada disso é fruto de mimo... E falar sobre o que ele faz pra me causar tanto desgosto assim seria pura perda de tempo, além de um descarregamento de palavras de baixo calão e ofensas que eu não me orgulharia de deixá-los tomar conhecimento.
Mas, deixando as coisas ruins de lado, eu acho que descobri uma das coisas mais... óbvias da minha vida. Uma coisa que muita gente já tinha me falado, até rido de mim só de me ouvir tentar falar o contrário, e que durante a viagem eu finalmente consegui aceitar. A questão é: eu ainda amo a única pessoa que eu sempre amei de verdade. Eu sei, passei seis meses tentando convencer o mundo - e a mim mesma - do contrário, mas na semana passada, depois de uma informação que não devia ter me causado nada, senão, talvez, curiosidade, eu percebi que o tempo nem sempre é o remédio pra tudo... Afinal, depois de aproximadamente 180 dias (haha, contei!) eu continuo sentindo a mesma coisa! Claro com uma pitada de arrependimento, bastante medo e muita, muita saudade. O fato é que eu digo agora, com mais certeza do que nunca, que eu realmente amo só uma pessoa... sempre amei, e nos últimos dias, talvez tenha começado a amar ainda mais, ou talvez só sinta mais saudade do que jamais me lembro de ter sentido de outra pessoa. Essa pessoa? A mesma de seis meses atrás.. Braian.
E eu juro que se conhecesse palavras boas e fortes o bastante pra expressar o quanto eu me arrependo de ter tomado a decisão mais idiota e egoísta de toda minha vida, eu as diria quantas vezes fosse necessário, apenas pra conseguir mais uma chance, uma última chance de reconquistar a única pessoa que eu acredito ser merecedora de tudo que eu sinto, falo e penso. Mas é estranho como a minha facilidade pra escrever não se aplica aos momentos em que eu mais preciso dela... Mas, como me disse uma querida amiga certa vez: 'são nesses momentos em que as coisas mais sinceras são ditas'. Sem frases polidas e ensaiadas, sem exageros ou qualquer outro tipo de 'fingimento'.
Eu queria poder dizer com uma percentagem mínima de certeza de que tudo o que eu estou disposta a fazer, vai ter algum resultado... Mas não posso. E essa incerteza me dilacera, sem nenhum exagero. É terrível você se pôr a prova, se arriscar tanto por algo que perdeu há tanto tempo, sem poder ver sequer uma possibilidade de que, no fim, tenha êxito. Entretanto, eu acredito que a dúvida é pior do que o medo... E viver com ela seria mil vezes pior do que passar o resto da vida com medo de deixar passar a chance de reconquistar algo que eu tive nas mãos e deixei escapar por pura bobagem. Gente, eu realmente acreditei que, quando setembro acabasse, as coisas melhorariam um pouquinho pra mim. Claro, não vou ser piegas de dizer que tá tudo na mesma... Uma única coisa aconteceu de boa, sobre aquele problema que mencionei no post anterior, mas de resto... Tudo foi por água abaixo! Haha. As coisas em casa estão piores do que nunca, na escola, idem, minha viagem de 'férias' foi totalmente torturante e, pra variar, meu pai tem parte em tudo isso que tem acontecido de ruim na minha vida.
Eu tenho certeza absoluta que muita gente, ao ler isso, pensa: 'xii, mimadinha reclamando do papai!', mas eu lhes garanto que nada disso é fruto de mimo... E falar sobre o que ele faz pra me causar tanto desgosto assim seria pura perda de tempo, além de um descarregamento de palavras de baixo calão e ofensas que eu não me orgulharia de deixá-los tomar conhecimento.
Mas, deixando as coisas ruins de lado, eu acho que descobri uma das coisas mais... óbvias da minha vida. Uma coisa que muita gente já tinha me falado, até rido de mim só de me ouvir tentar falar o contrário, e que durante a viagem eu finalmente consegui aceitar. A questão é: eu ainda amo a única pessoa que eu sempre amei de verdade. Eu sei, passei seis meses tentando convencer o mundo - e a mim mesma - do contrário, mas na semana passada, depois de uma informação que não devia ter me causado nada, senão, talvez, curiosidade, eu percebi que o tempo nem sempre é o remédio pra tudo... Afinal, depois de aproximadamente 180 dias (haha, contei!) eu continuo sentindo a mesma coisa! Claro com uma pitada de arrependimento, bastante medo e muita, muita saudade. O fato é que eu digo agora, com mais certeza do que nunca, que eu realmente amo só uma pessoa... sempre amei, e nos últimos dias, talvez tenha começado a amar ainda mais, ou talvez só sinta mais saudade do que jamais me lembro de ter sentido de outra pessoa. Essa pessoa? A mesma de seis meses atrás.. Braian.
E eu juro que se conhecesse palavras boas e fortes o bastante pra expressar o quanto eu me arrependo de ter tomado a decisão mais idiota e egoísta de toda minha vida, eu as diria quantas vezes fosse necessário, apenas pra conseguir mais uma chance, uma última chance de reconquistar a única pessoa que eu acredito ser merecedora de tudo que eu sinto, falo e penso. Mas é estranho como a minha facilidade pra escrever não se aplica aos momentos em que eu mais preciso dela... Mas, como me disse uma querida amiga certa vez: 'são nesses momentos em que as coisas mais sinceras são ditas'. Sem frases polidas e ensaiadas, sem exageros ou qualquer outro tipo de 'fingimento'.
E a verdade é uma só, incontestável e absoluta: Braian, eu te amo. Eu ainda te amo, apesar do tempo, apesar dos meus erros e apesar da minha infantilidade, eu te amo do mesmo jeito que sempre te amei, de um jeito que eu nunca pude dizer que amo nenhuma outra pessoa no mundo. E espero sinceramente que, independente da sua decisão de me perdoar ou não, você seja imensamente feliz, com quem escolher pra estar do seu lado. Me desculpa por tudo o que eu te fiz, tanto durante quanto depois do nosso namoro... Eu reconheço que não fui digna do seu amor, mas agora eu espero que você possa me perdoar... Não só para voltarmos a ficar juntos, mas principalmente pra eu deixar de me sentir culpada por abrir mão da melhor coisa que já me aconteceu.
Espero que tudo o que eu disse, surta o efeito esperado... Não como uma 'pressão', de jeito nenhum... Mas como um depoimento do quanto eu me arrependo das minhas decisões infantis, do quanto eu espero poder retomar a única certeza que eu já tive, e do quanto eu espero poder ouvir de novo aquele 'eu te amo' com o qual eu me acostumei.
Bom, acho que terminei. Com certeza faltou algo, mas eu prefiro que o principal seja dito pessoalmente... Acho mais bonitinho, haha. Então, beijos à todos. <3
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